sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dia 29 de Outubro - DIA NACIONAL DO LIVRO







O dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional do Livro em homenagem à funda-ção da Biblioteca Nacional, que ocorreu em 1810. Só a partir de 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil. O primeiro livro publicado aqui foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.





A Origem do Livro

Os textos impressos mais antigos foram orações budistas feitas no Japão por volta do ano 770. Mas desde o século II, a China já sabia fabricar papel, tinta e imprimir usando mármore entalhado. Foi então, na China, que apareceu o primeiro livro, no ano de 868.

Na Idade Média, livros feitos à mão eram produzidos por monges que usavam tinta e bico de pena para copiar os textos religiosos em latim. Um pequeno livro levava meses para ficar pronto, e os monges trabalhavam em um local chamado "Scriptorium".



Quem foi Gutenberg?

O ourives culto e curioso Johannes Gutenberg (1398-1468) nasceu em Mainz, na Alemanha e, é considerado o criador da imprensa em série.
Ele criou a prensa tipográfica, onde colocava letras que eram cunhadas em madeira e presas em fôrmas para compor uma página. Essa tecnologia sobreviveu até o século XIX com poucas mudanças.

Por volta de 1456, foi publicado o primeiro livro impresso em série: a Bíblia de 42 linhas. Conhecida como "Bíblia de Gutenberg", a obra tinha 642 páginas e 200 exemplares, dos quais existem apenas 48 espalhados pelo mundo hoje em dia. A invenção de Gutenberg marcou a passagem do Mundo Medieval para a Idade Moderna: era de divulgação do conhecimento.

A Importância do Livro
O livro é um meio de comunicação importante no processo de transformação do indivíduo. Ao ler um livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa. É importante para as crianças ter o hábito da leitura porque com ela, se aprimora a linguagem e a comunicação com o mundo. O livro atrai a criança pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio e pela emoção das histórias. Comparado a outros meios de comunicação, com o livro é possível escolher entre uma história do passado, do presente ou da fantasia. Além disso, podemos ler o que quisermos, quando, onde e no ritmo que escolhermos.

Disponível em: http://www.criancafazarte.com.br/datas/datas_dialivro.htm

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Parabéns aos nossos alunos "Medalha de prata" na 2ª Olimpiada Nacional em História do Brasil!






Parabenizamos nossos alunos Guilherme Cardoso de Moraes, Leonardo Zucoloto Pereira da Silva e Naira Cecilia Ferreira e nossa professora Juliana Gomide Pires pela conquista da Medalha de prata na 2ª Olimpiada Nacional em História do Brasil!



A conquista se deu no domingo, dia 24 de Outubro de 2010, em Campinas.

























quinta-feira, 21 de outubro de 2010

23 de outubro: Dia da Aviação






Data marca homenagens à Santos Dumont

No Dia do Aviador cultivamos a memória de uma das nossas mais valiosas figuras históricas - Alberto Santos Dumont, um brasileiro reconhecido e condecorado em vários países.
Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje chamada Santos Dumont, em Minas Gerais.
Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.
Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, em sua primeira ascensão aerostática.
Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.
Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam.
Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento, conforme sua concepção. Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou, sua criação nos dirigíveis 2 e 3.
14 Bis
Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências diversas que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.
Entre os dias 25 de julho e 23 de outubro de 1898, no Campo de Bagatelle, em Paris, voou perante a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França, ganhando a taça ARCH-DEACON, por realizar o primeiro vôo de aparelho mais pesado que o ar. Posteriormente, ele criou o nº 16, usando um motor.
Santos Dumont subvencionava suas atividades aeronáuticas com seu próprio dinheiro. Em 1901, encher um balão de 620 metros cúbicos com hidrogênio custava-lhe aproximadamente US$ 500,00.
Mais tarde foi transformado em biplano. No nº 18, a principal experiência foi um deslizador aquático e a tentativa foi demonstrada no Rio Sena.
Ele estava inclinado a crer que a verdadeira função dos veículos aéreos consistiria no transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas. Santos Dumont tentou levar o mundo a partilhar de suas
idéias em vão.
Os homens mais eminentes não as aceitavam e a imprensa, noticiando os seus desastres, apelidava-o de "Santos Desmonta". Em 1902, entretanto, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno.
Santos Dumont aceitou. O jovem brasileiro, com o seu ar afável e negligente, era visto em jantares com o Príncipe de Mônaco e em ceias com os grandes banqueiros. No mar, as embarcações faziam cortejo em sua honra. Célebres corredores de automóvel aceleravam os seus carros na estrada do litoral, chegando a ultrapassar 60 quilômetros por hora, para acompanhar o seu vôo.
Depois de muitas experiências com aparelhos que eram metade avião, metade balão, Santos Dumont galgou novos êxitos. Em 1906 deu ao mundo a primeira demonstração pública de vôo num aparelho "mais pesado que o ar". (Os irmãos Wright só vieram a voar publicamente em 1908.)
Criou depois os primeiros monoplanos bem sucedidos, construídos de bambu e seda japonesa que não pesavam, incluindo motor e aviador, mais que 110 quilos, os Libélulas.
Em 1909, resvalando pelas cercas e pelas copas das árvores na sua segunda Libélula, bateu um novo recorde, ao alcançar 95 quilômetros num percurso de oito quilômetros. Foi seu último triunfo.
Já em 1909, a aviação começava a escapar das mãos dos inventores para as dos engenheiros e mecânicos. Nos hangares, Santos Dumont encontrava homens mal-educados.
Os homens da aviação só pensavam em corridas e pequenos concursos para ganhar prêmios. Para um homem com a educação requintada e os ideais de Santos Dumont, isso era intolerável. E, por este motivo, retirou-se da arena.
Como ganhador do prêmio Nobel, Santos Dumont acreditava que as suas invenções haviam de tornar tão terrível a guerra, que os homens não pensariam mais nela. Tal convicção sofreu um rude golpe quando foi
declarada a Primeira Grande Guerra Mundial. O aeronauta isolou-se na sua casa, nos arredores de Paris, onde sofreu acessos de neurastenia, atribuindo a si a responsabilidade pelo conflito.
Nos anos que se seguiram ao Armistício, cada desastre de aviação avivava a sua crença de que a dádiva que fizera ao mundo era, na realidade, uma invenção infernal.
Voltando de navio para o Brasil, em 1928, ele presenciou um avião da Condor caindo no mar, matando seus tripulantes. Santos Dumont assistiu aos funerais e, depois, encerrou-se por vários dias num quarto de hotel.
Quando aconteceu o desastre do dirigível R.101, tentou se suicidar. Desde então, os parentes e amigos passaram a exercer estreita vigilância à sua volta. Durante a Revolução Paulista de 1932, Santos Dumont via passar, pelos céus de sua terra natal, a máquina concebida por ele, sendo utilizada como poderoso instrumento de destruição.
Aquele era o mesmo tipo de aeroplano que, um dia, dera a triunfante volta na Torre Eiffel! Um dos sobrinhos que sempre o acompanhava deixou-o sozinho por alguns momentos. Ao voltar, não mais o encontrou com vida.
Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. Desistiu da vida com a mágoa de ver seu invento, criado para servir, sendo usado para destruir o homem.
Seu coração se encontra no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, em artístico escrínio de ouro, para que os oficiais que lá se formam possam sentir sua nobreza e seu pulsar indefinidamente, nos corações de todos os brasileiros.

Disponivel em : http://www.vooz.com.br/noticias/23-de-outubro-dia-da-aviacao-19657.html

Conheça mais sobre a história de Santos Dumont, em nosso acervo temos 2 livros que podem te levar a voar por toda a história da aviação e deste fantástico inventor.

• MACEDO, Sérgio D. T.; BARCELOS, Ramiro F.. Santos Dumont; Plácido de Castro. 2 ed. Porto Alegre: Bels, 1973. 185 p. (Biblioteca centenários).

• DOMENICO, Guca. O jovem Santos-Dumont. Sã
o Paulo: Nova Alexandria, 2005. 215 p. (Coleção jovens sem fronteiras).

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Receita do Sítio!


Esta receita e muitas outras estão disponiveis no livro : GLOBO. Lanches para toda hora: com a turma do sitio do picapau amarelo. São Paulo: Nacional, 2007. 80 p. (Dona Benta para crianças).


Venha conhecer mais receitas divertidas em nossa Biblioteca!

















quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dicas de leitura!

1. Crime e Castigo, de Dostoievski

O romance russo publicado em 1866 narra a história de um homem culto, mas extremamente pobre, que passa todo o seu tempo angustiado, à espera de melhores condições de vida. Para tentar permear o complexo universo de Raskólnikov, Fiódor Dostoiévski divide o personagem em dois: ordinário e extraordinário. A trama se desenvolve em torno do planejamento da morte de um agiota, o que, segundo o protagonista, faz parte de um projeto maior de mudança da sociedade. Embora exija maturidade, Crime e Castigo é um dos clássicos livros lidos por jovens de todo mundo há muitas gerações. Ele é baseado em uma visão particular sobre religião e existencialismo e mostra, a grosso modo, a vida de um jovem que busca a salvação por meio do sofrimento. No Brasil, o clássico de Dostoievski ganhou uma adaptação para o cinema. O filme chamado Nina, dirigido por Heitor Dhalia, foi lançado em 2004.

2. O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger

Um clássico que marcou gerações, The Catcher in the Rye, em seu título original em inglês, foi escrito em 1951 pelo americano J.D. Salinger. Originalmente direcionado ao público adulto, o livro acabou se popularizando entre leitores adolescentes, graças aos seus temas centrais: alienação e rebeldia. A trama se desenrola em torno do anti-herói Holden Caulfield, um jovem de 17 anos que é expulso de um colégio por causa de suas notas baixas. Ao invés de esperar a notícia chegar aos seus pais, ele foge da escola no meio da noite, pega um trem para Nova York e decide ficar em um hotel. É nesse local impessoal que Caulfield conhece a bebida, as mulheres e um estilo de vida bastante controverso para a época. Ele vaga pela cidade e revela aos poucos o seu passado, a sua família, os seus questionamentos. Uma das características do livro é a linha do fluxo de consciência do protagonista que atropela a história e faz com que assuntos completamente descon exos se cruzem em momentos pouco apropriados. A estratégia, usada propositalmente pelo autor, expressa a instabilidade emocional de Caulfield, seus anseios e uma linha de pensamento comum entre jovens de sua idade.

3. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

Admirável Mundo Novo, livro de Huxley publicado em 1932, é leitura obrigatória entre entusiastas de ficção científica. A obra narra um mundo futurista, onde as pessoas são condicionadas biologicamente e psicologicamente a se adaptarem a uma série de regras sociais, impostas em uma sociedade organizada por castas. No universo criado pelo autor não existem ética religiosa, o conceito da família ou valores morais. A qualquer dúvida ou insegurança, os habitantes tomam uma droga chamada soma, capaz de fazer desaparecer qualquer indagação. Henry Ford, inventor da linha de montagem, é quem ocupa o lugar de divindade máxima da sociedade. É ele quem administra o setor de incubação, onde são gerados centenas de fetos em série. Brave New World, como é chamada a obra em inglês, foi inspirada em um livro de H. G. Wells, Men Like Gods.

4. O Diário de Anne Frank, de Anne Frank

O livro, uma das histórias mais marcantes da II Guerra Mundial, conta em primeira pessoa os conflitos pelos quais passa uma jovem adolescente que tenta sobreviver à perseguição nazista. O seu diário, publicado pela primeira vez em 1947, mostra a rotina de uma família judia que vive em Amsterdã, na Holanda, durante a ocupação dos seguidores de Hitler. Anne Frank morreu aos 15 anos, após ser enviada ao campo de concentração Bergen-Belsen. O seu diário é considerado por muitos especialistas um dos melhores registros da guerra e do impacto que ela causa na vida do ser humano.

5. Romeu e Julieta, de Shakespeare

A mais clássica de todas as histórias de amor foi e sempre será referência entre os jovens. A tragédia, escrita em 1591, conta a história de dois apaixonados, Romeu e Julieta, que são impedidos de ficar juntos por causa de uma briga entre suas famílias (Capuleto x Montecchio). Mesmo depois de um casamento em segredo, o par é separado por mais uma turbulência familiar, o que justifica o exílio de Romeu e o casamento de Julieta com um jovem nobre. Em uma medida desesperada, o Frei dá à Julieta um elixir para que a garota se finja de morta. Uma carta do Frei explicando a estratégia é enviada a Romeu, mas a correspondência se perde. Quando o apaixonado Montecchio fica sabendo da suposta morte de sua amada, decide voltar à Verona. Ao encontrar o corpo de Julieta, Romeu decide tirar a sua própria vida. Bom, nem precisamos contar o que acontece depois, né?

6. A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne

Lançado em 1873, o clássico de Júlio Verne atravessou gerações e até hoje é considerado um marco da literatura. O livro conta a história de um homem rico, solitário e regrado, que abre mão do conforto e leva adiante uma aposta nada modesta: dar a volta ao mundo em 80 dias. Esse desprendimento é o que chama a atenção de adolescentes há décadas e coloca a obra entre os livros favoritos e indispensáveis que devem ser lidos antes dos 30 anos. O trabalho de Verne também foi adaptado para o cinema. As duas versões mais populares são as de 1956 e 2004.

Disponivel em: http://www.marolinha.net/2010/02/os-10-livros-que-marcaram-

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Feliz dia dos Professores!!!




Quem nunca teve aquela professora brava que só de lembrar dava medo?
Ou aquele professor lindo de morrer que ensinava uma materia da qual você não lembra mais?
Lembra-se da "Tia", ela realmente parecia sua parente...
É dificil descrever o que é ser professor, ou até mesmo falar sobre o papel dele em nossas vidas, mas, como não poderiamos deixar de parabenizar nossos professores pelo seu dia, resolvemos fazer uma pequena homenagem a todos os professsores que, muitas vezes não sabem, mas fazem toda a diferença em nossas vidas.

O Professor

Quem com pó de giz
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinícius
Machado de Assis, Drummond?

Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a
Santos Dumont?

Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque o mestre enxergou
e incentivou...

É, só se faz um país com professor
Um romance, um croquis, com professor...

Tânia Maya

O que é ser Professor

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com o professor e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".

Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...

Sites: http://tania-maya.musicas.mus.br/letras/709537/
http://www.ilhado.com.br/index.php?id_editoria=13&id=1907

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Parabéns!!!




Equipe aprovada nas Olimpíadas de História do Brasil


Parabéns aos professores David e Juliana e à todos os alunos que participaram das Olimpíadas de História do Brasil. Participaram cerca de 47 mil estudantes de todo o Brasil e as equipes do Colégio Terra chegaram até a 5ª e penúltima fase. A última etapa será presencial e ocorrerá nos dias 23 e 24 de outubro no câmpus da UNICAMP, em Campinas. Apenas 300 equipes se classificaram para esta última fase, entre elas a equipe MLN do 9º ano A do Colégio Terra.

Parabéns e sucesso à equipe!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Exposição Brincando de Ler

Faça parte dessa brincadeira, venham nos visitar!

Em homenagem ao dia das crianças (12/10), estamos com uma exposição especial de clássicos infantis em nossa biblioteca.

Esses contos vem há muito tempo ilustrando a imaginação de várias gerações, e merecem a nossa atenção.

Folhei lindas histórias de aventuras, amor, amizade, cumplicidade e humor.

Dia das Crianças?






SER CRIANÇA

Como é bom ser criança e poder sonhar.
Num mundo de fantasias viajar.
Na calda de um cometa balançar.
Brincando de esconde-esconde nas nuvens.
Pintando o sete com as cores do arco-íris,
num mundo de faz de conta.
Que bom ser criança é poder brincar.
De cabra cega, amarelinha e ciranda de roda.
Que bom ser criança e poder soletrar.
Juntando as letrinhas, formando as
palavrinhas, felizes à cantar.
Descobrindo o mundo real, além do
imaginário da inocência.
Ser criança é trazer dentro do coração,
a magia e o encanto de sonhar.
Ser criança é trazer no sorriso a real felicidade.
Ser criança é trazer nos olhos a inocência da vida.
Ser criança é viver num eterno paraíso.

Direitos reservados*
Cecília-SP/05/2008*


Há muitos anos, alguns países, como o Japão e a China, tinham dias especiais para homenagear as crianças. No Brasil, o Dia da Criança foi criado em 1955 por um executivo da fábrica de brinquedos Estrela. Os donos das outras fábricas de brinquedos e os lojistas gostaram tanto da idéia que promoveram a Semana da Criança.
O Dia da Criança é comemorado em diferentes datas. Para o Unicef, um órgão da ONU que cuida da infância, a data correta para a homenagem deveria ser 20 de novembro, quando se comemora a Declaração dos Direitos da Criança, publicada em 1959.

Você conhece os Direitos da Criança?



1. Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
2. Direito à proteção especial para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
3. Direito a um nome e a uma nacionalidade.
4. Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.
5. Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
6. Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
7. Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
8. Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
9. Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
10. Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

Fonte: Projeto Pitanguá, Livros que ensinam a compreender: “Datas Comemorativas – Arquivo 5“

Comemorar?

O dia das crianças deveria ser um dia onde se comemora as conquistas com relação as condições de vida das crianças e o cumprimento de seus direitos. Mas em nosso país é praticamente uma data comercial.
Claro que ganhar brinquedos é importante para uma criança, mas não vamos nos esquecer que muitas crianças em nosso país e no mundo não tem acesso a seus direitos básicos como alimentação e moradia.
E por que é importante saber disso?
Porque se cada um fizer a sua parte, podemos mudar o mundo, mudar uma realidade dificil para muitas crianças, seja com a doação dos brinquedos usados a instituições de caridade, ou com um gesto de carinho para aqueles que não podem comemorar este dia.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Livros mais lidos de Setembro




Os 12 livros mais retirados do mês de SETEMBRO


1 - Querido diário otário (Coleção): BENTON, Jim. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.
2- O destino de Perseu : GALDINO, Luiz. São Paulo: FTD, 2004. 80 p. (Aventuras Mitológicas).
3 - A expedição dos Argonautas: GALDINO, Luiz. São Paulo: FTD, 2008. 79 p. (Aventuras Mitológicas).
4- Alice no país das maravilhas: CARROLL, Lewis. São Paulo: Cosac Naify, 2009. 165 p.
5- Diário de um banana (Coleção): KINNEY, Jeff. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p.
6- Poderosa (Coleção): KLEIN, Sérgio. São Paulo: Fundamento Educacional, 2007.
7- Diário de um gato assassino: FINE, Anne. 1 ed. São Paulo: Edição SM, 2004. 63 p. (Barco a vapor; 3. Série Azul).
8- Bat Pat: o tesouro de cemitério: PAVANELLO, Roberto. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.
9- Princesa Sofia: e a surpresa cintilante: FRENCH, Vivian. Osasco: Novo século, 2009. 84 p. (Coleção clube da Tiara).
10- O ouro da tumba: contos egípcios: DEARY, Terry. São Paulo: Ciranda Cultural, 2008.
11- De cara com o espelho: CORRÊA, Leonor. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2003. 56 p. (Coleção Girassol).
12- Os noturnos: MUNIZ, Flávia. 2a ed.. São Paulo: Moderna, 2003.





No mês de Setembro foram realizados 1191 empréstimos na Biblioteca Mari Inez da Costa.

Escritor do mês de OUTUBRO...

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE




As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor
.
(Carlos Drummond de Andrade)



Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira, Minas Gerais em 1902. Após estudos em sua terra natal e Belo Horizonte, foi interno no Colégio Anchieta, em Friburgo, em 1918. No ano seguinte, foi expulso devido a um incidente com o professor de português. Em Itabira, apesar de formado em farmácia, vivia das aulas de português e geografia. Tornou-se funcionário público em 1929, e, em 1934, o cargo no Ministério da Educação transferiu-o para o Rio de Janeiro. Em 1945, foi co-editor do jornal comunista Tribuna Popular a convite de Luís Carlos Prestes. A partir da década de 50, dedicou-se apenas à literatura, escrevendo novos livros de poesias e contos. Além de intensificar a produção de crônicas, fez também traduções. Carlos Drummond morreu no Rio de Janeiro em 1987.

Carlos Drummond de Andrade é o primeiro grande poeta pós-movimento modernista e um dos mais importantes poetas brasileiros. Seu livro Alguma Poesia de 1930 marca o início da segunda fase poética do Modernismo.

Num primeiro momento, sem se deixar envolver, o poeta mantém um certo distanciamento do mundo à sua volta, o que lhe possibilita brincar e soltar a razão, deixando-a entregue a si mesma, maquinando incertezas e certezas, mais afeitas a negar e anular que a construir. Daí os temas do cotidiano, da família, do isolamento, da monotonia entediante das coisas e do viver, expressos numa linguagem coloquial plena de ironia seca, sarcasmo e humor desencantado, onde sentimento e emoção são refreados. São deste primeiro momento os livros Alguma Poesia e Brejo das Almas.

No segundo momento, sem se distanciar, deixa-se envolver pela realidade à sua volta e canta a impotência e a solidão em um mundo mecânico, frio e político; a decepção e a falta de perspectiva diante da fragmentação causada pela guerra; o sofrimento e a solidariedade do ser humano brasileiro e universal. Temas estes abordados em tons ora esperançosos, ora desesperançosos, com a mesma ironia, humor e sobriedade, estão presentes nos livros Sentimento do Mundo, José e A Rosa do Povo.

Finalmente, o poeta busca o real, através de interrogações e negações que lhe revelam o vazio, o nada e o desencanto que sempre acompanham o homem. Da poesia metafísica de Claro Enigma, desse período, Drummond passa à poesia objectual de Lição de Coisas que, ao enfatizar a linguagem nominal e os aspectos visuais e sonoros, valoriza objetos e coisas, violando e desintegrando a palavra.

Disponível em: http://www.coladaweb.com/literatura/autores/carlos-drummond-de-andrade

Obras de Carlos Drummond de Andrade disponíveis na Biblioteca.


800-POESIA / A553s / 5 ed.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo. 5 ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 176 p. ISBN 85-01-03944-6.
___________________________________________________________________

800-POESIA / A553si / 1 ed.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Simplesmente Drummond. 1 ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. 48 p. (Literatura em minha casa - Poesia; v.1). ISBN 85-01-06493-9.

___________________________________________________________________

800-CONTOS / A553c
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos de aprendiz. Rio de Janeiro: Record, [s.d.]. 130 p. (Coleção Carlos Drummond de Andrade).

___________________________________________________________________

ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto: antologia dos contos. São Paulo: Ática, 2002. 64 p. (Coleção Literatura em minha casa; v.2). ISBN 85-08-08248-7. 800-

___________________________________________________________________

CRÔNICAS / A553e / 9 ed.
ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Elenco de cronistas brasileiros. 9 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1987. 271 p.
___________________________________________________________________

028-inf.juvenil / A553h / 4 ed.
ANDRADE, Carlos Drummond. História de dois amores. 4 ed. Rio de Janeiro: Record, 1985. ISBN 85-1-027102-X.
___________________________________________________________________

800-CRÔNICAS / A553p
ANDRADE, Carlos Drummond de; [et. al.]. Para gostar de ler: Crônicas. São Paulo: Atica, 1979. 78 p. (volume 5).
___________________________________________________________________

800-CRÔNICAS / A553p / 4 ed.
ANDRADE, Carlos Drummond de; [et. al.]. Para gostar de ler: Crônicas. 4 ed. São Paulo: Atica, 1980. 78 p. (volume 2).


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Desenho animado "Os Flintstones" comemora 50 anos!


I Yabba Dabba-Do!! Bedrock está em festa!! Os pré-históricos mais famosos do planeta estão comemorando 50 anos.

Quem não se lembra das confusões de Fred Flintstone e o seu melhor amigo Barney Rubble, ao lado de suas esposas Vilma e Bete, seus filhos Pedrita e Bambam e do adorável Dino, o dinossauro de estimação que jogava o Fred no chão toda vez que ele chagava do trabalho.
Criado nos estúdios Hanna-Barbera, os Flintstones foi exibido pela primeira vez na ABC no dia 30 de setembro de 1960 e teve 166 episódios, sendo que o último foi exibido no dia 1º de abril de 1966.

O sucesso da série foi tanto, que ele foi parar no horário nobre da tv. Criado por William Hanna e Joseph Barbera, até hoje é uma de suas mais rentáveis criações.

Estima-se que o desenho já foi assistido por mais de 300 milhões de telespectadores em 80 países e dublado em 22 idiomas e com certeza marcou diversas gerações.

Após a sua última temporada (1966), foi produzido o primeiro especial da série “Um Homem Chamdo Flintstone”, depois disso vários longas sobre as famílias de Bedrock foram exibidos e séries de desenhos baseados no original como “Bambam e Pedrita” (1971-1972), onde contava a história deles já adolescentes e “Flintstones nos Anos Dourados” (1986-1988), que narra as aventuras de Fred, Barney, Vilma e Betty quando eram crianças.

Parabéns para os Flintstones!!!




Disponível em:
http://sobreisso.com/2010/09/30/the-flintstones-desenho-animado-comemora-50-anos>

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Primavera chegou!




A PRIMAVERA

Coro das quatro estações:
Cantemos! Fora a tristeza !
Saudemos a luz do dia:
Saudemos a Natureza !
Já nos voltou a alegria !
A Primavera:
Eu sou a Primavera !
Está limpa a atmosfera,
E o sol brilha sem véu !
Todos os passarinhos
Já saem dos seus ninhos,
Voando pelo céu.
Há risos na cascata,
Nos lagos e na mata,
Na serra e no vergel:
Andam os beija-flores
Pousando sobre as flores,
Sugando-lhes o mel.
Dou vida aos verdes ramos,
Dou voz aos gaturamos
E paz aos corações;
Cubro as paredes de hera;
Eu sou a Primavera,
A flor das estações !
Coro das quatro estações:
Cantemos! Fora a tristeza !
Saudemos a luz do dia:
Saudemos a Natureza !
Já nos voltou a alegria!
Olavo Bilac




Sobre o autor:
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (RJ 1865 — RJ 1918 ) Príncipe dos Poetas Brasileiros – Jornalista, cronista, poeta parnasiano, contista, conferencista, autor de livros didáticos. Escreveu também tanto na época do império como nos primeiros anos da República, textos humorísticos, satíricos que em muito já representavam a visão irreverente, carioca, do mundo. Sua colaboração foi assinada sob diversos pseudônimos, entre eles: Fantásio, Puck, Flamínio, Belial, Tartarin-Le Songeur, Otávio Vilar, etc., e muitas vezes sob seu próprio nome. Membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Sem sombra de duvidas, o maior poeta parnasiano brasileiro.

Obras:
Poesias (1888 )
Crônicas e novelas (1894)
Crítica e fantasia (1904)
Conferências literárias (1906)
Dicionário de rimas (1913)
Tratado de versificação (1910)
Ironia e piedade, crônicas (1916)
Tarde (1919); Poesia, org. de Alceu Amoroso Lima (1957), e obras didáticas

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fique sabendo!




Dia 21 de Setembro
Hoje é o dia da árvore, dia do Fazendeiro, mas também é o Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes. Este dia foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento das reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.
Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.

A comemoração informal passou a ser oficial por meio de Lei Federal aprovada em 11 de julho de 2005, que instituiu o Dia Nacional de Luta das pessoas com Deficiência.
Este dia tem como um de seus principais objetivos mostrar a importância da luta de todos os portadores de deficiência, seja física, mental ou sensorial (cegos e surdos-mudos).
Os direitos reivindicados pelos portadores de deficiência não deixam de ser simples: ir e vir pelas ruas das cidades, freqüentar lugares públicos sem a obrigação de entrar pela porta dos fundos, ou assistir a espetáculos na última fileira, por não haver espaço acessível a uma cadeira de rodas.
Seriam reivindicações simples se houvesse, por parte das empresas e do poder público, uma atenção especial ao que é indispensável para que os deficientes possam viver mais dignamente.
O preconceito e a discriminação devem ser combatidos ininterruptamente. Quem discrimina ignora que as deficiências apontadas nos demais são, em outra escala e em outra dimensão, as mesmas que carregamos conosco. Se não possuímos alguma deficiência "física", certamente temos outras deficiências – de caráter, morais, éticas ou semelhantes – que nos tornam também deficientes.
No Brasil, segundo o IBGE, 14,5% da população tem algum tipo de deficiência (algo em torno de 24,5 milhões de pessoas). Os direitos dessas pessoas estão garantidos na Constituição Federal de 1988 e também conta com um arcabouço de leis, considerada uma das legislações mais avançadas sobre os direitos das pessoas com deficiência. Muito há que se fazer, para que estas leis saiam do papel, e uma forma de lembrar o processo de luta em defesa das pessoas com deficiência, foi instituir o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência!

Sites consultados:
http://amarparaincluir.blogspot.com/2009/09/dia-nacional-de-luta-da-pessoa-com.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-nacional-de-luta-dos-portadores.php
http://www.saude.go.gov.br/index.php?idMateria=87138

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fique Sabendo!





Dia 16 de Setembro, dia do que mesmo?

Em 16 de setembro de 1987, 46 países assinaram um documento chamado "Protocolo de Montreal" no qual se comprometiam a parar de fabricar o gás Clorofluorcarbono (CFC), apontado como o maior responsável pela destruição da camada de ozônio na estratosfera.
Para comemorar o feito, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou a data como Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.
Mesmo com a queda do consumo de CFC em 76% no mundo todo, observada entre os anos de 1988 e 1995, o gás é comercializado no mercado negro, movimentando entre 20 e 30 mil toneladas por ano.
Disponível em : http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/ozonio/home.html. Data de acesso: 16 de Setembro de 2010.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"COMO USAR O CINEMA EM SALA DE AULA"





Curso gratuito destinado a alunos e professores!


Ministrado por André Gatti

17 de setembro das 14h às 17h
ou
18 de setembro das 9h às 12h

Incrições no Cine Clube Cauim ou por telefone (16)3941-4341.

VAGAS LIMITADAS

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Agenda cultural da Cidade de Ribeirão Preto



Dia 12/09
Galeria de Arte a Céu Aberto - Praça Sete de Setembro
Projeto Café da Manhã com Chorinho - Museus
________________________________________
Dia 17/09
Festa de Itália
Ribeirão das Serestas – Praça San Leandro – Jd. Paulista
________________________________________
Dia 18/09
Festa de Itália
________________________________________
Dia 19/09
Festa de Itália
Galeria de Arte a Céu Aberto – Praça Sete de Setembro
Projeto Café da manhã com Chorinho - Museus
________________________________________
Dia 24/09
Ribeirão das Serestas – Praça Sete de Setembro
________________________________________
Dia 26/09
Galeria de Arte a Céu Aberto – Praça Sete de Setembro
Projeto Café da manhã com Chorinho - Museus


Teatro Municipal

Dia 08 – REALCE PRODUÇÕES CULTURAIS
Espetáculo: “D. CASMURRO”

Sinopse: Esta adaptação de Rick Von Dentz, responsável também pela direção, é uma montagem bastante fiel, a um dos mais consagrados romances da literatura brasileira. Numa linha dinâmica e objetiva, enfoca com sutileza todos os conflitos da envolvente história de amor de Bentinho e Capitu, ocorrida no Rio de Janeiro no final do século XIX.
Horário: 10h e as 20h
Duração: 1h15
Classificação: Livre
Preços: R$ 24,00 (inteira) R$ 12,00 (meia) e R$ 10,00 acima de 20 alunos c/ reserva.

Dia 08 – REALCE PRODUÇÕES CULTURAIS
Espetáculo: “OS SALTIMBANCOS”

Sinopse: A história de “Os Saltimbancos”, consagrou-se como um clássico e suas músicas povoam as emoções de várias gerações.Nesta montagem, há a presença de um Arlequim que interage com os 4 animais do conto, o Jumento, Cachorro, Galinha e Gata, para compor esta linda história, onde os simpáticos bichinhos se tornam cantores, para conduzir este texto que entretém e encanta todas as idades.
Horário: 14h30
Duração: 1h15
Classificação: Livre
Preços: R$ 24,00 (inteira) R$ 12,00 (meia) e R$ 10,00 acima de 20 alunos c/ reserva.


Dia 14 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “UM AMOR PARA RECORDAR”

Sinopse: É a comovente história de Landon, o rapaz mais popular da escola. Apesar de desajustado e agressivo ele se apaixona perdida mente por Jamie. Jamie é uma menina que vive em outro mundo, filha do pastor da cidadezinha é estudiosa e compenetrada, cumpridora dos seus deveres.A peça aborda com muita propriedade dois temas muito fortes: a exclusão e a amizade.
Horário: 9h30 e 14h30
Duração: 1h40
Classificação: 12 anos
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 14 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “A CARAVANA DA ILUSÃO”

Sinopse: Artistas marcados pelo tempo se deparam com uma encruzilhada, sem saber para onde ir. Junto a indecisão surgem novos e velhos fantasmas na vida de cada um deles. O medo do novo e o apego ao velho entram agora em conflito! “Somos feito os sonhos. Existimos porque alguém nos sonha.” “A dúvida é o principio do inferno!”
Horário: 20h30
Duração: 1h40
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 15 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “E AGORA MÃE?”

Sinopse: Uma reflexão sobre a gravidez precoce entre adolescentes, despreparadas para esta realidade, e os transtornos que isso pode gerar para as famílias e os amigos dos envolvidos.
Horário: 9h30 e 14h30
Duração: 1h20
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)


Dia 16 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS”

Sinopse: Alice é uma menina curiosa cansada de seu mundo monótono. Ao seguir o coelho branco, Alice se depara com um lugar novo e maravilhoso. Uma adaptação do clássico de Lewis Carol, com uma inovadora perspectiva das personagens e da garotinha que queria crescer
Horário: 9h30 e 14h30
Duração: 1h30
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 16 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “PORCA MISÉRIA”

Sinopse:Os atores atacam, no cerne, um dos nossos maiores problemas sociais e políticos, a falta de esperança. A falta de esperança, leva a morte ou a revolução, em porca miséria, leva ao riso.
Horário: 20h30
Duração: 1h20
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 17 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “LAZYTOWN E A BRUXA DA BRANCA DE NEVE”

Sinopse: O que aconteceria se os habitantes de Lazytown tivessem de enfrentar as maldades da Bruxa da Branca de neve? Sportacus que se cuide pois a bruxa está à solta!
Horário: 9h30 e 14h30
Duração: 1h40
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 17 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “BABALOO”

Sinopse: Babaloo é Califórnia... Califórnia é Babaloo...Babaloo é literalmente uma viagem no contos infantis, onde os alunos improvisam novos rumos... Que nem sempre é o ‘‘feliz para sempre’’
Horário: 20h30
Duração: 1h40
Classificação: 12 anos
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 18 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “TERAPIA FAMILIAR”

Sinopse: Nervosismo, stress, crises de personalidade. São alguns dos problemas que assolam uma família comum, que resolve recorrer a um terapeuta famoso. Revelações, confusão e muita risada são alguns dos ingredientes dessa terapia.
Horário: 15h
Duração: 1h40
Classificação: 12 anos
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 18 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “TESTEMUNHA DE ACUSAÇÃO”

Sinopse: “Nesse clássico de Agatha Christie, considerada “A Rainha do Crime”, um jovem rapaz, Leonard Vole é preso sob a acusação de ter assassinado uma rica viúva. Sir Wilfrid Robarts, um veterano advogado, concorda em defendê-lo. Mas o testemunho da esposa do réu, Romaine, tornará sua tarefa quase impossível.”
Horário: 21h
Duração: 1h40
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 19 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “O FILHO DA SORTE E OS TRÊS FIOS DE OURO”

Sinopse: Da mente dos irmãos Grimm surge a adaptação da história de um menino que nasceu predestinado à boa sorte. Por causa de uma profecia a Imperatriz tenta implacavelmente aniquilar o garoto, porém, ele parece mesmo ser o Filho da Sorte.
Horário: 11h
Duração: 1h
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 19 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “RRRrrrr!!!”

Sinopse: Uma boa comédia é coisa séria! RRRrrrr!!!, adaptação do filme francês homônimo, tráz com bom humor (e seriedade) temas bastante atuais. Elementos do teatro do absurdo trazem situações cotidianas abordadas de forma irreverente e inusitada. E o inusitado nos leva a questionar alguns valores e conceitos muito arraizados em nossa sociedade. E se você acredita que o primeiro assassino foi Caim... Bem, essa peça contra outra história.
Horário: 15h
Duração: 1h40
Classificação: 12 anos
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 19 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “F.U.D.E.U!”

Sinopse: O autor Bertolt Brecht escreveu esse texto entre os anos 1929-1930 e retrata com extrema precisão o momento social pós Queda da Bolsa de Valores e sua conseqüência na sociedade alemã. Nessa montagem, o diretor conserva as ideias de Brecht, mas se permite brincar com um possível retrato do Brasil contemporâneo. Quando pensamos na atual situação de nosso país, automaticamente pensamos “F.U.D.E.U!”.
Horário: 20h30
Duração: 1h40
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 21 – FESTIVAL TPC
Espetáculo: “AS AVENTURAS DE DOM QUIXOTE”

Sinopse: Acreditando ser um cavaleiro andante, Dom Quixote saiu pelo mundo montado em seu cavalo Rocinante, sonhando com sua amada Dulcinéia, em busca de aventuras. Acabou encontrando Sancho Pança, seu fiel escudeiro, e muita confusão.
Horário: 9h30e 14h30
Duração: 1h
Classificação: Livre
Preços: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia)

Dia 22 – MÍDIA PRODUÇÕES
Espetáculo: “O PEQUENO PRÍNCIPE”

Sinopse: É a história de um menino que vivia sozinho, num planeta do tamanho de uma casa, que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e orgulhosa. Mas o orgulho da Rosa tirou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe, e o levou a começar uma viagem que o trouxe a Terra, onde encontrou vários personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida. È um espetáculo que mostra uma profunda mudança de valores, ensinando como as pessoas equivocam-se na avaliação das coisas e das pessoas, e como esses julgamentos os levam à solidão. Ajuda as pessoas verem que se entregam muito as preocupações diárias, se tornando adultos de forma definitiva, esquecendo que um dia foram crianças.
Horário: 10h. 14h e 20h
Duração: 55 min.
Classificação: Livre
Preços: R$ 20,00 (inteiro) e R$10,00 (meia entrada)

Dia 23 – ESPAÇO OPHÉLIA CAMASSUTI
Espetáculo: “NÓS SOMOS O SAMBA”

Sinopse: Espetáculo que conta e canta a história do mais brasileiro dos ritmos: O SAMBA. Uma viagem pelo tempo partindo de sua origem nas casas das “Tias baianas”, reduto de escravos que trouxeram da África todo o seu ritmo e alegria, passando pela famosa Praça Onze no Rio de Janeiro,lugar de negros e malandros boêmios, sem esquecer dos morros cariocas onde o samba toma as formas que conhecemos hoje. Nessa trajetória relembraremos os nomes que marcaram e fizeram a história, as grandes damas e seus sucessos,os inesquecíveis malandros e os inconformados jovens de classe média, reviveremos as emoções e alegrias que compõe o enredo do ritmo que é o som do Brasil.
Horário: 20h
Duração: 60min
Classificação: Livre
Preços: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia e antecipado).

Dia 24, 25, 26
5ª Fest’Italia de Ribeirão Preto

Informações: 3636 1206

Dia 29 – DIA DO TANGO
Espetáculo: “BORDEL – AMORES E DESAMORES”

Sinopse: Não informou
Horário: 20h30
Duração: 1h40
Classificação: Livre
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia entrada)

Dia 29 – CAD – CENTRO AVANÇADO DE DANÇA
Espetáculo: “É NOSSO...”

Sinopse: O que não sei ? Está tão aqui, tão lá Tão no chão, como o novelo que desalinha E costura uma forma outra de uma pátria de todos os ritmos. De uma mãe, de muitos filhos Gerados no batuque melódico de corações diferentes. Rentes no horizonte da vida. Maracaturados no prolongamento de um corpo Chamado País. Por isso, vezes sei, Que ainda não sei. O que é nosso. ( Dartan )
É um Espetáculo bem diferente dos demais do repertório da Equilíbrio, porque utiliza músicas folclóricas como: maracatu, cavalo marinho, cabocolinhos. É empolgante, e o público poderá se deixar levar pelos ritmos brasileiros. Quem assina as coreografias são: Silvana Conti e Fanizi Fonseca.
Horário: 20h00
Duração: 45min
Classificação: Livre
Ingresso: R$ 5,00 antecipado e R$ 10,00 bilheteria
Ponto de Venda : CAD – Centro Avançado de Dança – 3911-2181

Dia 30 – CAD – CENTRO AVANÇADO DE DANÇA
Espetáculo: “MOTIVOS PARA DANÇAR”

Sinopse: A cada movimento da dança e nos ritmos entremeados da emoção, existimos...Na liberdade buscada, na simplicidade do encontro, nas razões que a vida oferece, sempre há motivos para dançar. Na arte de ser e de estar vivo, atento ao menor e maior ruído, na harmonia ou desarmonia das coisas, que nos faz gente. Por isso dançamos da lágrima ao sorriso, para existir sempre... (R. Dartan)
“Motivos para Dançar" apresenta coreografias de contemporâneo, dança moderna e estilo livre e utiliza basicamente músicas brasileiras, além de poemas de Vinícius de Moraes, José Régio e Clarice Lispector. O tema tem como base a dança pela dança... a arte pela arte...procurando através dela, sanar as inquietudes internas, os conflitos e viver plenamente feliz.
Horário: 20:30h
Duração: 50min
Classificação: Livre
Ingresso: Livre
Ponto de Venda : R$ 10,00 preço único

Encontre mais informações no site da cidade: www.ribeiraopreto.sp.gov.br

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



Você sabe o que aconteceu no dia 7 de setembro de 1822? Independência do Brasil!

Durante um tempo, D. Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.
Os políticos portugueses exigiram que D. Pedro voltasse imediatamente para Portugal.
No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.
No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico".
Com esse ato, D. Pedro atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros.
D. Pedro permaneceu no Brasil e esse dia passou para a nossa história como o Dia do Fico.
Os brasileiros continuaram em campanha política para que o Brasil se tornasse independente de Portugal.
No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro fez uma declaração oficial de independência, afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.
D. Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D. Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei.



http://www.superkid.com.br/pergunte/independencia/index.php

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Escritor do Mês de Setembro

Machado de Assis



Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.


Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo.

Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.

Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.

Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias.

Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais.

Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.

Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.

Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.

Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.

Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.

Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.

No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.
Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura.

Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que foram consideradas suas melhores crônicas.
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.

Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data (1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), e Relíquias da casa velha (1906).
Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889.

Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.
É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono.
Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.

BIBLIOGRAFIA:

Comédia

Desencantos, 1861.
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Poesia

Crisálidas, 1864.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.

Romance

Ressurreição, 1872.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.

Conto:

Contos Fluminenses,1870.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.

Teatro

Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho da porta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Algumas obras póstumas

Crítica, 1910.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Histórias românticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.

Antologias

Obras completas (31 volumes), 1936.
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes.
Seus trabalhos são constantemente republicados, em diversos idiomas, tendo ocorrido a adaptação de alguns textos para o cinema e a televisão.

Disponível em : http://www.releituras.com/machadodeassis_bio.asp. Data de acesso: 02 de Setembro de 2010.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Informativo do Mês de Agosto




Biblioteca Mari Inez da Costa
Neste Mês foram realizados 1661 empréstimos de livros.
Parabéns aos alunos que estão fazendo da leitura um hábito!


Lista dos 12 Livros mais retirados no Mês de Agosto

1. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2009. 142 p. (Coleção Veredas).
2. ROCHA, Ruth. No tempo em que a televisão mandava no Carlinhos. São Paulo: FTD, 2000. 32 p.
3. ELLIS, Deborah. A outra face: história de uma garota afegã. 1 ed. São Paulo: Ática, 2004. 127 p.
4. JAF, Ivan. O vampiro que descobriu o Brasil. 6 ed. São Paulo: Ed. Ática, 2007. 111 p. (Memórias de Sangue).
5. TWAIN, Mark. O príncipe e o mendigo. São Paulo: Scipione, 2001. 88 p. (Reencontro literatura).
6. BENTON, Jim. Querido diário otário: Toda a coleção. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. (10 VOLUMES)
7. KINNEY, Jeff. Diário de um banana: Toda a coleção. Cotia: Vergana & Ribas, 2008.(3 VOLUMES).
8. LEWIS, C. S.. As crônicas de Nárnia: volume único. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009. 750 p.
9. BANDEIRA, Pedro. A marca de uma lágrina. 3 ed.. São Paulo: Moderna, 2003. 175 p. (Coleção Veredas)
10. LEROUX, Gaston. O Fantasma da Ópera. São Paulo: FTD, 2007. 240 p. (Coleção grasndes leituras.Classicos universais).
11. Novaes, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista: e outras crônicas. 8 ed. São Paulo: Ática, 2009. 137 p. (Para gostar de ler; v.15).
12. BARROS, Sonia. Coisa boa. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2008. 46 p. (Coleção Girassol).


Aquisições do Mês de Agosto

São Mais de 70 Livros novos!


BENTON, Jim. Querido diário otário: é melhor fingir que isso nunca aconteceu. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 98 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: tem um fantasma na minha calça. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 130 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: eu sou a princesa ou o sapo?. 2 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 150 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: nunca faça nada, nunca. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 133 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: os adultos podem virar gente?. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 118 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: o problema deste lugar é que é daqui que eu vim. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2008. 120 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: nunca subestime a sua idiotice. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010. 146 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: não é minha culpa se eu sei de tudo. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009. 131 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Querido diário otário: é para isso que não servem os amigos. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010. 131 p. 1 Ex.
________________________________________

BENTON, Jim. Nosso diário otário: um diário para dividir com as suas amigas. 1 ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010. 105 p. 1 Ex.
________________________________________

CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente6 ed. São Paulo: Atual, 1998. 88 p. 1 Ex.
________________________________________

GONÇALVES, José Alberto. Meio ambiente: a vida em jogo. 2 ed. São Paulo: Salesiana, 2009. 115 p. (Série Radar). 1 Ex.
________________________________________

UNEP. Pachamama; missão terra 2: ações para salvar o planeta. 8 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005. 95 p. (Planeta Terra). 1 Ex.
________________________________________

LEWIS, C. S.. As crônicas de Nárnia: volume único. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009. 750 p. 1 Ex.
________________________________________

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: um romance em quadrinhos. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p. 1 Ex.
________________________________________

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: Rodrick é o cara. Cotia: Vergana & Ribas, 2009. 216 p. 1 Ex.
________________________________________

KINNEY, Jeff. Diário de um banana: A gota d´água. Cotia: Vergana & Ribas, 2010. 217 p. 1 Ex.
________________________________________

VASCONCELOS, José Mauro de. O meu pé de laranja lima. 3 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005. 190 p. 1 Ex.
________________________________________

ZIRALDO. O menino maluquinho. 99 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005. 106 p. 0 Ex.
________________________________________

ZIRALDO. O menino maluquinho. 99 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005. 106 p. 1 Ex.
________________________________________

MICHEL, François. A ecologia em pequenos passos. 1 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. 78 p. (Coleção Pequenos Passos). 1 Ex.
________________________________________

BENSUSAN, Nurit. Meio ambiente: e eu com isso?. São Paulo: Peirópolis, 2009. 173 p. (Coleção e eu com isso?). 1 Ex.
________________________________________


FRENCH, Vivian. Princesa Sofia: e a surpresa cintilante. Osasco: Novo século, 2009. 84 p. (Coleção clube da Tiara). 1 Ex. .
________________________________________

CARROLL, Lewis. Alice no país das maravilhas. São Paulo: Cosac Naify, 2009. 165 p. ( ). 1 Ex.
________________________________________

INNECCO, Neide. O anjo, a natureza e as crianças: uma história para crianças de todas as idades. São Paulo: Textonovo, 1999. 72 p. 1 Ex.
________________________________________

LEITE, Marcelo. Meio ambiente e sociedade. 1 ed. São Paulo: Atica, 2005. 48 p. (De olho na ciência). 1 Ex.
________________________________________

JAFFÉ, Laura; SAINT-MARC, Laure. Convivendo com a ecologia: UNICEF. 1 ed. São Paulo: Atica, 2008. 55 p. (Guia da Criança Cidadã). 1 Ex.
________________________________________

BANDEIRA, Pedro. O fantástico mistério de Feiurinha. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2009. 64 p. (Série roda de histórias). 1 Ex.
________________________________________

CORONATE, Iraí. O rio São Francisco. 3 ed. São Paulo: FTD, 1998. 30 p. 1 Ex.
________________________________________

GUERRA, Andréia. Bohr e a interpretação quântica da natureza. São Paulo: Atual, 2005. 64 p. (Ceência no tempo). 1 Ex.
________________________________________

UNESCO. Missão Terra o resgate do planeta: agenda 21, feita por crianças e jovens. São Paulo: Melhoramentos, 2008. 96 p. (Planeta Terra). 1 Ex.
Editora Girassol. Como? Onde? Por que?: perguntas e respostas sobre o Mundo Animal. Barueri: Girassol, 2007. 160 p. 1 Ex.
________________________________________

Prado, Lucília Junqueira de Almeida. Uma camela no Pantanal. 1 ed. São Paulo: Edições SM, 2006. (Barco a vapor; 13; série branca). 1 Ex.
________________________________________

SHAKESPEARE, William. A megera domada. 2 ed. São Paulo: Scipione, 2001. 119 p. (Série reencontro literatura). 1 Ex.
________________________________________

SAINT-EXUPERY, Antoine de. O pequeno príncipe. 48 ed. Rio de Janeiro: Agir, 2009. 91 p. 1 Ex.
________________________________________

BINGHAM, Caroline. Pirâmides Barueri: Girassol, 2008. 48 p. (Maravilhas da natureza). 1 Ex.
________________________________________

GADELHA, Raimundo. Brasil, natureza e poesia. São Paulo: Escrituras, 2004. 79 p. 1 Ex.
________________________________________

GOLDSMITH, Mike. Albert Einstein e seu universo inflável. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 192 p. (Mortos de fama). 1 Ex.
________________________________________

BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p. (Coleção Polêmica). 1 Ex.
________________________________________

BRANCO, Samuel Murgel. Ecologia da cidade. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2003. 64 p. (Coleção desafios). 1 Ex.
________________________________________

BERNA, Vilmar Sidnei Demamam. Amigos do planeta: meio ambiente e educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2008. 120 p. (Paradidáticos). 1 Ex.
________________________________________

MINC, Carlos. Ecologia e cidadania. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2005. 152 p. (Coleção Polêmica). 1 Ex.
________________________________________

CASADEI, Silmara Rascalha. Seis razões para amar a natureza. 3 ed. São Paulo: Escrituras, 2007. 39 p. (Coleção escritinha). 1 Ex.
________________________________________

CUNHA, Beatriz Monteiro da. Heróis da natureza: em defesa da terra. 7 ed. São Paulo: Evoluir, 2008. 37 p. 1 Ex.
________________________________________

BANDEIRA, Pedro. Pirilim. 1 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2006. 23 p. (Histórias de ecologia). 1 Ex.
________________________________________

MENEZES, Silvana de. Árvores: um retrato da natureza muito viva. São Paulo: Cortez, 2005. 31 p. 1 Ex.
________________________________________

WILLIAMS, Joy. Artes da natureza. São Paulo: Madras, 2006. 86 p. (Garotada criativa). 1 Ex.
________________________________________

YORK, Penelope. Insetos: descubra um mundo de conhecimento. Barueri: Girassol, 2008. 48 p. (Maravilhas da natureza). 1 Ex.
________________________________________

BONATO, Marco Antonio. O 4° soldado da natureza5 ed. São Paulo: FTD, 1996. 16 p. 1 Ex.
________________________________________

BOULOS JUNIOR, Alfredo. A terra está mesmo em perigo?. 2 ed. São Paulo: FTD, 1998. 37 p. (construindo nossa memória). 1 Ex.
________________________________________

LOBATO,Monteiro. A reforma da natureza. 2 ed. São Paulo: Globo, 2010. 70 p. 1 Ex.
________________________________________

SECCO, Patrícia Engel. Descobrindo o Brasil: a natureza e as embalagens. 5 ed. São Paulo: Melhoramentos, 2006. 33 p. (Juca Brasileiro). 1 Ex.
________________________________________

LINDECKER, Jacques. Natureza, que surpresa!. São Paulo: Scipione, 1998. 62 p. (Coleção megascope ). 1 Ex.
________________________________________

SNICKET, Lemony. A sala dos répteis. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. 177 p. (Desventuras em série). 1 Ex.
________________________________________

HOLLAND, Simon. Espaço: descubra um mundo de conhecimento. Barueri: Girassol, 2008. 45 p. (Maravilhas da natureza). 1 Ex.
________________________________________

VARA, Ana Serna. Contos de 5 minutos. Barueri: Girassol, 2004. 125 p. 1 Ex.
________________________________________

CABOT, Meg. O diário da princesa. 26 ed. Rio de Janeiro: Galera record, 2010. 284 p. 1 Ex.
________________________________________

CABOT, Meg. A princesa no limite. 3 ed. Rio de Janeiro: Galera record, 2009. 271 p. (O diário da princesa; v.8). 1 Ex.
________________________________________

MENDES, Miguel. Você sabia?: preservação do meio ambiente. São Paulo: Globo, 2008. 96 p. (Coleção você sabia? Sítio do pica-pau amarelo). 1 Ex.
________________________________________

CARROLL, Lewis. Aventuras de Alice no país das maravilhas; Através do espelho e o que Alice encontrou por la. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009. 317 p. 1 Ex.
________________________________________

MORRIS, Neil. Cuidando do meio ambiente. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. 24 p. (Crianças ecologicas). 1 Ex.
________________________________________

TADEU, Paulo. Rá, ré, ri, ró... ria!: novas piadas para crianças. 2 ed. São Paulo: Matrix, 2009. 74 p. ( ). 1 Ex.
________________________________________

ROSA, Antonio Vitor. Agricultura e meio ambiente. 7 ed. São Paulo: Atual, 1998. 95 p. (Série meio ambiente). 1 Ex.
________________________________________

SEERS, H. Waddingham. Histórias da natureza. São Paulo: Ground, 2004. 110 p. 1 Ex.
________________________________________

MAGALHÃES, Lívia Gonçalves. Histórias do futebol. São Paulo: Arquivo público do Estado, 2010. 192 p. (Coleção ensino e memória, v.1). 1 Ex.
________________________________________

BAMPTON, Claire. Floresta tropical: uma visão 3-D dos animais selvagens. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. (Pop-up natureza). 1 Ex.
________________________________________

BAMPTON, Claire. Animais selvagens: uma visão 3-D dos animais selvagens. São Paulo: Ciranda Cultural, 2007. (Pop-up natureza). 1 Ex.
________________________________________

BAMPTON, Claire. Monstros das profundezas: uma visão 3-D das criaturas oceânicas. São Paulo: Ciranda Cultural, 2008. (Pop-up natureza). 1 Ex.
________________________________________

FRAKNOI, Andrew. O maravilhoso mundo do espaço São Paulo: DCL, 2009. 125 p. (Disney para aprender). 1 Ex.
________________________________________

CANCIO, Eloísa. Enciclopédia ilustrada : conhecendo a natureza. Barueri: Girassol, 2005. 133 p. (Descobrindo o mundo). 1 Ex.
________________________________________

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

LEITURA É NOTICIA!



Na inauguração do Pq. Maurílio Biagi, também acontecerá o lançando do projeto PONTO DE LEITURA do Instituto do Livro de Ribeirão Preto.

O que é o projeto PONTO DE LEITURA? - Criado pelo Instituto do Livro, o projeto tem como objetivo incentivar a leitura, promovendo a troca de um livro por outro, de vários gêneros literários, como Romances, Ficção, Infantil, Auto ajuda, Poesia, Contos, fotonovela, gibis, etc...

Como funcionará? - Será montado uma tenda com estrutura para troca de livros e funcionará todos os domingos, apartir do dia 28 de Agosto, no Pq. Maurílio Biagi, das 9 às 13 horas.

Quais atividade teremos todo domingo?

1) CORRENTE DA LEITURA - Troca de um livro em bom estado por outro a disposição, para que todos tenham acesso a leitura.
2) VARAL DA POESIA - Será pendurado no Varal, poesias feitas por todos que quiserem expôr seu talento.
3) TENDA DA LEITURA - Tenda com tapete e almofada para leituras no local, inclusive para crianças.
4) CONTADORES DE HISTÓRIAS - Equipe de monitores da Secretaria da Cultura irão contar histórias para crianças.
5) PAPO COM AUTORES - Em Ribeirão temos mais de 200 escritores. Vamos abrir espaço para bate-papo entre leitores e escritores. Agenda com escritores será feita pelo Instituto do Livro.
6) CONHEÇA MEU TRABALHO: Declamar poesias, poemas, apresentações musicais, peças teatrais infantis, etc... (TEM QUE SER TUDO DE GRAÇA).Inscrições na Secretaria da Cultura com Adriana.