quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Primavera vem ai...



Vamos a interpretação cientifica:
A primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.
A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 21 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.
Primavera.
Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.

Mas a primavera tem as interpretações artisticas e são eles que na minha opinião, descrevem a primavera da melhor forma.


Primavera

Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

18 de Setembro: Dia dos Simbolos Nacionais





Os símbolos nacionais são quatro: a Bandeira, as Armas, o Selo e o Hino. Em cerimônias, eventos esportivos, documentos importantes e localidades oficiais, esses símbolos representam o Brasil - por isso, devem ser respeitados por todos os cidadãos. São os símbolos nacionais que nos identificam como nação, como pessoas que compartilham uma mesma terra e uma mesma língua.
Nas escolas, por exemplo, o hasteamento da Bandeira Nacional é obrigatório, pelo menos uma vez por semana, durante todo o ano letivo.
As Armas Nacionais devem ser usadas obrigatoriamente no Palácio da Presidência da República, nos edifícios-sede dos Ministérios, nas Casas do Congresso Nacional, no Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos. Também têm que ser usadas nos edifícios-sede dos poderes executivo, legislativo e judiciário dos Estados, Territórios e Distrito Federal, nas Prefeituras e Câmaras Municipais, na frente dos edifícios das repartições públicas federais, nos quartéis do Exército, Marinha e Aeronáutica e das polícias e corpos de bombeiros militares, bem como nos seus armamentos, nas fortalezas e nos navios de guerra. As Armas Nacionais devem aparecer também na fachada ou no salão principal das escolas públicas, nos papéis de expediente, nos convites e nas publicações oficiais dos órgãos federais.
O Selo Nacional deve ser sempre utilizado para autenticar os atos de governo, assim como os diplomas e os certificados emitidos pelos estabelecimentos de ensino oficiais ou reconhecidos.
E o Hino Nacional deve ser tocado em solenidades oficiais do governo e pode ser ouvido também em competições esportivas, cerimônias de formaturas em colégios e no próprio hasteamento da Bandeira Nacional, além de outras ocasiões em que cada pessoa julgar necessário.

Significado de Cada Simbolo

Bandeira
Simboliza uma proteção que é dada ou implorada. Quem leva uma bandeira ou um estandarte deve elevá-lo acima de sua cabeça. De certa maneira, essa pessoa está lançando um apelo ao céu, criando uma ligação entre o celeste e o terreno. "Jeová é minha bandeira", está escrito no Livro do Êxodo (17,15), na Bíblia, o que, em outras palavras, significa: "Deus é minha proteção". O homem coloca a bandeira mais alto do que a sua cabeça em atitude de contemplação voltada para os bens celestes. Estar suspenso por sobre a terra é ser iniciado nos segredos divinos.
A esse símbolo de proteção soma-se outro valor: a bandeira de um senhor feudal, de um general, de um chefe de Estado, de um santo, de uma congregação, de uma corporação, de uma pátria, só para citar alguns. A bandeira fornece a proteção moral ou física daquilo que ela representa.

Arma
No sentido simbólico, a arma é um antimonstro que, por sua vez, pode se transformar também num monstro se for desviada de sua finalidade (lutar contra o inimigo) para dominar o amigo ou o outro. Essa característica da arma vem do fato de ela representar, ao mesmo tempo, um instrumento de justiça e de opressão, de defesa e de conquista. De qualquer forma, a arma materializa a vontade direcionada para um objetivo específico.
Certas armas ainda simbolizam funções: a maça, o bastão e o chicote seriam atributos do poder do soberano; a lança e a espada, o arco e a flecha são atributos do guerreiro; a faca, o punhal, a adaga e o venábulo são símbolos do caçador; e o raio e as redes são atributos da divindade suprema.

Selo
Objeto de importância fundamental nas antigas civilizações orientais, o selo é utilizado em várias áreas e situações. O rei imprime seu selo sobre os documentos que expressam suas decisões. É, portanto, um sinal de autoridade e poder, autenticando um tratado público ou privado.
O selo preserva também determinado documento de publicação antecipada (testamento) e daí a palavra selar ser sinônimo de "fechar", "lacrar", "reservar". Neste sentido, o selo é símbolo de segredo.
O selo marca uma pessoa ou um objeto como propriedade indiscutível daquele cuja estampilha trazem. Deus marca os homens com o seu selo (veja na Bíblia, em Ezequiel 9,4 - Apocalipse 7, 3) mostrando, desta forma, que eles lhe pertencem e estão sob a sua proteção.

Hino
Os antigos acreditavam que a música era uma harmonia dos números e do cosmo - e que o próprio cosmo podia ser reduzido a números sonoros. Recorrer à música, com seus timbres, suas tonalidades, seus ritmos, seus instrumentos diversos, é um dos meios da pessoa se ligar à plenitude da vida cósmica.
Em todas as civilizações, os atos mais importantes da vida de um grupo ou de uma pessoa são marcados pela música - hinos, canções, melodias.

Hino Nacional Brasileiro
I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores". (*)

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!



Retirado do site: http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/simbolosnac/veja_aqui.html

Links úteis
www.exercito.gov.br/folder/bandeira/bandeira.htm
www.minc.gov.br/patrios/bandeira.htm

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dia 7 de Setembro...dia do que?




Quem acha que a independência foi só o famoso grito "Independência ou Morte!" de d. Pedro I às margens do Ipiranga? Pois não foi, não. Durante nossa história tivemos muitas lutas pela independência, todas reprimidas pelo governo português.

As mais famosas foram a Inconfidência Mineira, em Minas Gerais, no ano de 1789 _ aquela que acabou levando Tiradentes à forca; a Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Alfaiates, na Bahia, quase dez anos depois, em 1798; e a Revolução Pernambucana, em 1817 (quase 20 anos depois da revolução baiana!) E o grito de D. Pedro só foi acontecer no dia 7 de setembro de 1822, cinco anos mais tarde


Mas saiba um pouquinho mais sobre o dia 07 de Setembro...

Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."
O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

Retirado do site: http://www.suapesquisa.com/independencia/

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Autor do Mês de Setembro: Rubem Alves






"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."

Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".

A família mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1945, onde, apesar de matriculado em bom colégio, sofria com a chacota de seus colegas que não perdoavam seu sotaque mineiro. Buscou refúgio na religião, pois vivia solitário, sem amigos. Teve aulas de piano, mas não teve o mesmo desempenho de seu conterrâneo, Nelson Freire. Foi bem sucedido no estudo de teologia e iniciou sua carreira dentro de sua igreja como pastor em cidade do interior de Minas.

No período de 1953 a 1957 estudou Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas (SP), tendo se transferido para Lavras (MG), em 1958, onde exerce as funções de pastor naquela comunidade até 1963.

Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975). Foi ela sua musa inspiradora na feitura de contos infantis.

Em 1963 foi estudar em Nova York, retornando ao Brasil no mês de maio de 1964 com o título de Mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary. Denunciado pelas autoridades da Igreja Presbiteriana como subversivo, em 1968, foi perseguido pelo regime militar. Abandonou a igreja presbiteriana e retornou com a família para os Estados Unidos, fugindo das ameaças que recebia. Lá, torna-se Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary.

Sua tese de doutoramento em teologia, “A Theology of Human Hope”, publicada em 1969 pela editora católica Corpus Books é, no seu entendimento, “um dos primeiros brotos daquilo que posteriormente recebeu o nome de Teoria da Libertação”.

De volta ao Brasil, por indicação do professor Paul Singer, conhecido economista, é contratado para dar aulas de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro (SP).

Em 1971, foi professor-visitante no Union Theological Seminary.

Em 1973, transferiu-se para a Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, como professor-adjunto na Faculdade de Educação.

No ano seguinte, 1974, ocupa o cargo de professor-titular de Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), na UNICAMP.

É nomeado professor-titular na Faculdade de Educação da UNICAMP e, em 1979, professor livre-docente no IFCH daquela universidade. Convidado pela "Nobel Fundation", profere conferência intitulada "The Quest for Peace".

Na Universidade Estadual de Campinas foi eleito representante dos professores titulares junto ao Conselho Universitário, no período de 1980 a 1985, Diretor da Assessoria de Relações Internacionais de 1985 a 1988 e Diretor da Assessoria Especial para Assuntos de Ensino de 1983 a 1985.

No início da década de 80 torna-se psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise.

Em 1988, foi professor-visitante na Universidade de Birmingham, Inglaterra. Posteriormente, a convite da "Rockefeller Fundation" fez "residência" no "Bellagio Study Center", Itália.

Na literatura e a poesia encontrou a alegria que o manteve vivo nas horas más por que passou. Admirador de Adélia Prado, Guimarães Rosa, Manoel de Barros, Octávio Paz, Saramago, Nietzsche, T. S. Eliot, Camus, Santo Agostinho, Borges e Fernando Pessoa, entre outros, tornou-se autor de inúmeros livros, é colaborador em diversos jornais e revistas com crônicas de grande sucesso, em especial entre os vestibulandos.

Afirma que é “psicanalista, embora heterodoxo”, pois nela reside o fato de que acredita que no mais profundo do inconsciente mora a beleza.

Após se aposentar tornou-se proprietário de um restaurante na cidade de Campinas, onde deu vazão a seu amor pela cozinha. No local eram também ministrados cursos sobre cinema, pintura e literatura, além de contar com um ótimo trio com música ao vivo, sempre contando com “canjas” de alunos da Faculdade de Música da UNICAMP.

O autor é membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.
Bibliografia:

Crônicas

As contas de vidro e o fio de nylon, Editora Ars Poética (São Paulo)
Navegando, Editora Ars Poética (São Paulo)
Teologia do cotidiano, Editora Olho D'Água (São Paulo)
A festa de Maria, Editora Papirus (Campinas)
Cenas da vida, Editora Papirus (Campinas)
Concerto para corpo e alma, Editora Papirus (Campinas)
E aí? - Cartas aos adolescentes e a seus pais, Editora Papirus (Campinas)
O quarto do mistério, Editora Papirus (Campinas)
O retorno eterno, Editora Papirus (Campinas)
Sobre o tempo e a eterna idade, Editora Papirus (Campinas)
Tempus fugit, Editora Paulus (São Paulo)

Livros Infantis

A menina, a gaiola e a bicicleta, Editora Cia das Letrinhas (SP)
A boneca de pano, Edições Loyola (SP)
A loja de brinquedos, Edições Loyola (SP)
A menina e a pantera negra, Edições Loyola (SP)
A menina e o pássaro encantado, Edições Loyola (SP)
A pipa e a flor, Edições Loyola (SP)
A porquinha de rabo esticadinho, Edições Loyola (SP)
A toupeira que queria ver o cometa, Edições Loyola (SP)
Estórias de bichos, Edições Loyola (SP)
Lagartixas e dinossauros, Edições Loyola (SP)
O escorpião e a rã, Edições Loyola (SP)
O flautista mágico, Edições Loyola (SP)
O gambá que não sabia sorrir, Edições Loyola (SP)
O gato que gostava de cenouras, Edições Loyola (SP)
O país dos dedos gordos, Edições Loyola (SP)
A árvore e a aranha, Edições Paulus (SP)
A libélula e a tartaruga, Edições Paulus (SP)
A montanha encantada dos gansos selvagens, Edições Paulus (SP)
A operação de Lili, Edições Paulus (SP)
A planície e o abismo, Edições Paulus (SP)
A selva e o mar, Edições Paulus (SP)
A volta do pássaro encantado, Edições Paulus (SP)
Como nasceu a alegria, Edições Paulus (SP)
O medo da sementinha, Edições Paulus (SP)
Os Morangos, Edições Paulus (SP)
O passarinho engaiolado, Editora Papirus (Campinas)
Vuelve, Pájaro Encantado, Sansueta Ediciones SA (Madrid, España)

Filosofia da Ciência e da Educação

A alegria de ensinar, Editora Ars Poética (SP)
Conversas com quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)
Estórias de quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)
Filosofia da Ciência, Editora Ars Poética (SP)
Entre a ciência e a sapiência, Edições Loyola (SP)

Filosofia da Religião

O enigma da religião (Campinas, Papirus)
L' enigma della religione (Roma, Borla)
O que é religião? (S. Paulo, Brasiliense)
What is religion? (Maryknoll, Orbis)
Was ist religion? (Zurich, Pendo)
Protestantismo e Repressão (S. Paulo, Ática)
Protestantism and Repression (Maryknoll, Orbis)
Dogmatismo e Tolerância (S. Paulo, Paulinas)
O suspiro dos oprimidos (S. Paulo, Paulinas)

Biografias

Gandhi: A Magia dos gestos poéticos (S. Paulo/Campinas, Olho D'Água/Speculum)

Teologia

A Theology of Human Hope (Washington, Corpus Books)
Christianisme, opium ou liberation? (Paris, Éditions du Cerf)
Teologia della speranza umana (Brescia, Queriniana)
Da Esperança (Campinas, Papirus)
Tomorrow's child (New York, Harper & Row)
Hijos del manana (Salamanca, Siguime)
Il figlio dei Domani (Brescia, Queriniana)
Teologia como juego (Buenos Aires, Tierra Nueva)
Variações sobre a vida e a morte (São Paulo, Paulinas)
Creio na ressurreição do corpo (Rio de Janeiro, CEDI)
Ich glaube an die Auferstehung des Leibes (Dusseldorf, Patmos VERLAG)
I believe in the resurrection of the body (Philadelphia, Fortress Press)
Je crois en la résurrection du corps (Paris, Éditions du Cerf)
Poesia, Profecia, Magia (Rio de Janeiro, CEDI)
Der Wind blühet wo er will (Dusseldorf, Patmos)
Pai nosso (Rio de Janeiro, CEDI)
Vater Unser (Dusseldorf, Patmos)
The Poet, the Warrior, the Prophet (London, SCM Press)
Parole da Mangiari (The Poet, the Warrior, the Prophet), Edizioni Qiqajon Comunitá di Bose (Itália)

Vídeos

O Símbolo
Visões do Paraíso (realizado para apresentação na ECO -92)
Conversando com quem gosta de ensinar

Dados extraídos de livros do autor e de sítios da Internet.
Visitem "A casa de Rubem Alves".







A Biblioteca possui mais de 20 livros deste autor.
Venha conferir!!!

Exposição de Setembro



No hemisfério sul, o dia 23 de Setembro marca a chegada da primavera, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno. O Brasil carrega fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país, um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que o Brasil possui.
Para comemorar o dia da árvore e todo o seu significado, a Biblioteca organizou uma exposição muito especial.
No Mês de Setembro ficarão expostos mais de 40 livros do acervo da Biblioteca Mari Inez que tem como tema a Natureza e sua preservação.
Venha conhecer nossos livros e se aventurar a conhecer mais sobre a Natureza!

Os 13 livros mais retirados do mês de AGOSTO




1 - Querido diário otário (Coleção): BENTON, Jim. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.
2- O destino de Perseu. GALDINO, Luiz. São Paulo: FTD, 2004
3- No tempo em que a televisão mandava no Carlinhos. ROCHA, Ruth. São Paulo: FTD, 2000.
4- Cinderela. Clássicos infantis. [s.l.]: [s.e.], 0000.
5- Três noites de medo. RIOS, Rosana. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2002.
6- Diário de um banana (Coleção). KINNEY, Jeff. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p.
7- Tremendo de coragem. KLEIN, Sérgio. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.
8 - Nossa rua tem um problema. AZEVEDO, Ricardo. São Paulo: Atica, 2008.
9 - Era uma vez uma bruxa. ZATZ, Lia. São Paulo: Moderna, 2002. 47 p.
10- Diários do Vampiro (Coleção). SMITH, L. J. Rio de Janeiro: Galera Record, 2011.
11- Lulu Toupeira, rapidíssimo. HEITZ, Bruno. São Paulo: Moderna, 2008.
12- Garfield (Coleção). DAVIS, Jim. Porto Alegre: L&PM, 2008.
13- O rio e a cidade dos homens. SIGUEMOTO, Regina. 13 ed. Belo Horizonte: Formato Editorial, 1991.

NO MÊS DE AGOSTO, NOSSA BIBLIOTECA REALIZOU CERCA DE 1190 EMPRÉSTIMOS!


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Novas assinaturas da Biblioteca!

A nossa Biblioteca possui 4 novas assinaturas que estão disponíveis para consulta de alunos, professores, pais e funcionários.



VENHAM CONFERIR!!!



Professor Sassá

A Revista Professor Sassá leva para seus leitores ideias criativas de como reutilizar materiais recicláveis, transformando em recursos para se trabalhar em sala de aula, contando com apoio didático para os educadores.
Há mais de quatro anos no mercado, a Professor Sassá torna-se um material indispensável pelo seu conteúdo voltado a educação lúdica.
Com uma periodicidade de dez edições anuais a publicação é dividida em seis edições bimestrais e quatro especiais.




Ciência Hoje


A revista Ciência Hoje oferece um panorama completo da produção intelectual e tecnológica das universidades, institutos e centros de pesquisa nacionais e dos avanços da ciência internacional. Com projeto gráfico moderno e linguagem didática, a publicação se dirige à comunidade acadêmica, aos professores e estudantes de ensino médio e à sociedade em geral.


Ciência Hoje das Crianças

A revista Ciência Hoje das Crianças mostra ao público infantil que a ciência faz parte da vida de cada um e pode ser muito divertida. A revista estimula a curiosidade e a compreensão dos fenômenos do dia-a-dia, com a ajuda de ilustrações e experiências que podem ser realizadas pelas próprias crianças. É instrumento fundamental em sala de aula como fonte de pesquisa aos professores e de grande importância para os alunos na elaboração de deveres e projetos escolares. A publicação é adotada pelo MEC e distribuída para 107 mil escolas, como material de apoio paradidático.



Ciranda da Inclusão

Com enfoque em inclusão e matérias diversificadas, a revista Ciranda da Inclusão fornece aos seus leitores mais do que a simples discussão sobre inclusão, mas sim coloca em prática o que vem sendo discutido há algum tempo e que precisa, enfim, fazer parte do dia a dia de todos. Sendo assim, a revista traz, por meio de sugestões de atividades, artigos e entrevistas, que abordam o tema, uma variedade de informações, que vão incluir o leitor em um mundo que Semp-re esteve presente, porém, muitas vezes, foi deixado de lado.



Para mais informações acessem os sites:


http://www.professorsassa.com.br
http://cienciahoje.uol.com.br
http://chc.cienciahoje.uol.com.br
http://www.cirandadainclusao.com.br

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Escritor do Mês de Agosto


JORGE AMADO

Nascido em Itabuna, Bahia, no dia 10 de agosto de 1912, Jorge Amado passou a infância na cidade de Ilhéus, onde presenciou a luta entre fazendeiros e exportadores de cacau, inspiração para vários de seus livros. A partir de 1930, na cidade do Rio de Janeiro, começou a estudar direito e a lançar romances. As obras eram marcadas pelo realismo socialista: se passavam nas plantações de cacau do sul da Bahia ou na cidade de Salvador e mostravam os conflitos e as injustiças sociais. ‘O país do carnaval’ (1932), ‘Cacau’ (1933), ‘Suor’ (1934), ‘Jubiabá’ (1935), ‘Mar morto’(1936), ‘Capitães de areia’ (1937), ‘Terras do sem fim’ (1942), ‘São Jorge dos Ilhéus’ (1944) e ‘Os subterrâneos da liberdade’ (1952) fazem parte da leva. Nessa primeira fase, seus livros eram considerados documentários dos problemas brasileiros causados pela transição de uma sociedade agrária para industrial.
Eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro em 1945, teve seu mandato cassado como os de todos os membros da mesma agremiação. Viajou então pela Europa e pela Ásia e voltou ao país em 1952. Quatro anos mais tarde, fundou o semanário ‘Para todos’, sendo eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1961.
A segunda fase de sua obra começou com o lançamento de ‘Gabriela, cravo e canela’, em 1958. Seus textos passaram a se caracterizar pelas sátiras e pelo humor. Nela ainda foram publicados sucessos como ‘Dona Flor e seus dois maridos’ (1966), ‘Tenda dos milagres’ (1969), ‘Teresa Batista cansada de guerra’ (1973) e ‘Tieta do Agreste’ (1977), entre outros. Jorge Amado escreveu ainda ‘O mundo da paz’ (1950), um relato de viagem, ‘Bahia de todos os santos’ (1945), um guia da cidade de Salvador, ‘O cavaleiro da esperança’ (1945), a história de Luis Carlos Prestes, e ‘ABC de Castro Alves’ (1941), uma biografia de Castro Alves. Aos oitenta anos de idade, em 1992, publicou ‘Navegação de cabotagem’, um romance autobiográfico. Vários de seus trabalhos foram adaptados para rádio, cinema e televisão e foram traduzidos para mais de trinta idiomas, o que lhe rendeu inúmeros prêmios. Em 1979, casou-se com a também escritora Zélia Gattai. O escritor publicou inúmeras obras: 25 romances; dois livros de memórias, duas biografias, duas histórias infantis e uma infinidade de outros trabalhos, entre contos, crônicas e poesias. Faleceu em Salvador no dia 6 de agosto de 2001.


Obras

O País do Carnaval (1932)
Cacau (1933)
Suor (1934)
Jubiabá (1935)
Mar Morto (1936)
Capitães da Areia (1937)
A Estrada do Mar (1938)
ABC de Castro Alves: louvação (1941)
Brandão entre o Mar e o Amor (1941)
O Cavaleiro da Esperança: Vida de Luís Carlos Prestes (1945)
Terras do Sem Fim (1942)
O Amor de Castro Alves: história de um poeta e sua amante (1944)
São Jorge dos Ilhéus (1944)
Bahia de Todos-os-Santos: guia das ruas e dos mistérios da Cidade de Salvador (1945)
Seara Vermelha (1946)
O Mundo da Paz (1950)
Os Subterrâneos da Liberdade (1952)
Gabriela, Cravo e Canela (1958)
O Amor do Soldado (1958)
A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água (1959)
De como o Mulato Porciúncula Descarregou seu Defunto (1959)
Os Velhos Marinheiros (1961)
Os Pastores da Noite (1964)
Dona Flor e Seus Dois Maridos (1966)
Tenda dos Milagres (1969)
Teresa Batista Cansada da Guerra (1973)
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: uma história de amor (1976)
Tieta do Agreste (1977)
Farda, Fardão, Camisola de Dormir (1979)

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/biography/1658105-jorge-amado-vida-obra/#ixzz1TUibVGgH






Na Biblioteca você encontra 46 obras do autor que estarão em exposição durante todo o mês de agosto, aproveite!

Relação de Livros da Biblioteca

860 / A481f
AMADO, Jorge. Farda Fardão Camisola de dormir: fábula para acender uma esperança. São Paulo: Círculo do Livro, 1979. 1 Ex.
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860 / A481o / 45a ed..
AMADO, Jorge. Capitães de areia. 45a ed.. Rio de Janeiro: Record, 1978. 1 Ex.
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860 / A481t
AMADO, Jorge. Tocaia Grande: A face obscura. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. (Coleção Folha grandes escritores brasileiros). 1 Ex.
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860 / A481a / V.18
AMADO, Jorge. ABC de Castro Alves. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481l / V.16
AMADO, Jorge. A luz do túnel. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481a / V.15
AMADO, Jorge. Agonia da noite. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481a / V.14
AMADO, Jorge. Os ásperos tempos. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481t / V.12
AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481p / V.10
AMADO, Jorge. O país do carnaval; Cacau-suor. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481v / V.9
AMADO, Jorge. Os velhos marinheiros. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481s / V.8
AMADO, Jorge. São Jorge dos Ilhéus. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481t / V.7
AMADO, Jorge. Terras do sem fim. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481d / V.6
AMADO, Jorge. Dona Flor e seus dois maridos. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481j / V.4
AMADO, Jorge. Jubiabá. Rio de Janeiro: Livraria Martins Editora, na. 1 Ex.
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860 / A481t
AMADO, Jorge. Terras do sem fim. São Paulo: Circulo do Livro, 1980. 282 p. 1 Ex.
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860 / A481c / 110ª ed.
AMADO, Jorge. Capitães de areia. 110ª ed. Rio de Janeiro: RECORD, 2003. 255 p. 1 Ex.
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860 / A481g / 2ª ed.
AMADO, Jorge. Gabriela Cravo e Canela. 2ª ed. São Paulo: Circulo do Livro, 1975. 416 p. 1 Ex.
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860 / A481c / 120 ed.
AMADO, Jorge. Capitães de areia. 120 ed. Rio de Janeiro: RECORD, 2006. 256 p. 1 Ex.
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860 / A481c
AMADO, Jorge. Cacau. Rio de Janeiro: RECORD, 2000. 131 p. 0 Ex.
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860 / A481c
AMADO, Jorge. Cacau. Rio de Janeiro: RECORD, 2000. 131 p. 1 Ex.
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860 / A481d / 2 ed.
AMADO, Jorge. A descoberta da América pelos Turcos. 2 ed. Rio de Janeiro: RECORD, 1994. 171 p. 1 Ex.
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860 / A481m
AMADO, Jorge. Mar morto São Paulo: Círculo do Livro, [s.d.]. 230 p. 1 Ex.
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860 / A481m / 1 ed.
AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 109 p. 1 Ex.
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860 / A481s
AMADO, Jorge. São Jorge dos Ilhéus. São Paulo: Círculo do Livro, [s.d.]. 362 p. 1 Ex.
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860 / A481v / 55 ed.
AMADO, Jorge. Os velhos marinheiros: ou o capitão de longo curso. 55 ed. Rio de Janeiro: RECORD, 1986. 243 p. 1 Ex.
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800-literatura / S399u
SCHWARCZ, Lilia Moritz. O universo de Jorge Amado: orientações para o trabalho em sala de aula. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 99 p. 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XIII / 21ª ed.
AMADO, Jorge. Os Subterrâneos da Liberdade: I-Os ásperos tempos. 21ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.VII / 17ª ed.
AMADO, Jorge. ABC de Castro Alves. 17ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XII / 23ª ed.
AMADO, Jorge. Seara Vermelha. 23ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XIII-B / 21ª ed.
AMADO, Jorge. Os Subterrâneos da Liberdade: III- A Luz no Tunel. 21ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.XIV / 41ª ed.
AMADO, Jorge. Gabriela, Cravo e Canela. 41ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.IX / 22ª ed.
AMADO, Jorge. São Jorge dos Ilhéus. 22ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.VI / 26ª ed.
AMADO, Jorge. Capitães da Areia. 26ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.XVI / 24ª ed.
AMADO, Jorge. Os pastores da Noite. 24ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.IV / 24ª ed.
AMADO, Jorge. Jubiabá. 24ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.V / 26ª ed.
AMADO, Jorge. Mar Morto. 26ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XIX / 3ª ed.
AMADO, Jorge. Tereza Batista Casada de Guerra. 3ª ed. São Paulo: Martins, 1973. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.XI / 12ª ed.
AMADO, Jorge. O Amor do Soldado. 12ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XIII-A / 21ª ed.
AMADO, Jorge. Os Subterrâneos da Liberdade: II-Agonia da Noite. 21ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.X / 19ª ed.
AMADO, Jorge. Bahia de todos os Santos. 19ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XV / 28ª ed.
AMADO, Jorge. Os Velhos Marinheiros. 28ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.I, II e III / 25ª ed.
AMADO, Jorge. O País do Carnaval/Cacau/Suor. 25ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XVII / 15ª ed.
AMADO, Jorge. Dona Flor e seus dois maridos. 15ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
________________________________________
860 / A481o / Vol.VIII / 25ª ed.
AMADO, Jorge. Terras do sem Fim. 25ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481o / Vol.XVIII / 6ª ed.
AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. 6ª ed. São Paulo: Martins, 1970. (Obras Ilustradas de Jorge Amado). 1 Ex.
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860 / A481f
AMADO, Jorge. Farda, fardão, camisola de dormir: Fabula para acender uma esperança. Rio de Janeiro: Record, 1979. 239 p. 1 Ex.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Dia 19 de Julho, dia da Caridade




Ajudar ao próximo a progredir

O ato de ajudar as outras pessoas para ajudar ao próximo no progresso da humanidade. Essa é uma forma de caridade, que tem como dia central o 19 de julho.

De acordo com a Igreja, o conceito de caridade se tornou mais claro com o cristianismo, por meio do mandamento que diz: “amai-vos uns aos outros”.

Ou seja, esse é o princípio da caridade, amar e ajudar ao próximo.

No Brasil, o dia 19 de julho tornou-se oficialmente o Dia da Caridade por meio da Lei nº 5.063, de 1966, decreto do então presidente Humberto Castelo Branco. Ironicamente, em plena ditadura militar.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fique Ligado: campanha de vacinação!!



A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite deste ano, que acontece no período de 18 de junho a 1º de julho, realizará paralelamente também a aplicação da vacina contra o sarampo para crianças de 1 a 7 anos. A decisão de aplicar a vacina foi tomada levando-se em conta o ressurgimento de casos na Europa e América Latina, inclusive no Brasil, com dez casos notificados.

Com base nos dados do Estado, a Secretaria Municipal da Saúde espera vacinar em torno de 44 mil crianças contra o sarampo. Já contra a pólio, a expectativa é de que 37 mil crianças de zero a cinco anos sejam vacinadas no município.

O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stenio José Correia Miranda, afirma que há uma grande preocupação de que crianças que não precisem tomar a vacina contra a pólio não recebam a dose contra o sarampo. “Nossa maior preocupação é com as crianças de 5 a 7 anos, que não precisam da vacina contra a pólio. Tememos que elas não sejam levadas aos postos de vacinação durante a campanha, e que depois entrem de férias e fiquem sem receber a vacina contra o sarampo. Pedimos a atenção dos pais”, afirmou ele.

http://www.saude.sp.gov.br/folder/ses_geral.mmp?home=402881b40e9f7c76010ea499333c0037


terça-feira, 7 de junho de 2011

Autor do Mês de Junho

Eric Arthur Blair ou George Orwell?


Nascido Eric Arthur Blair, em 1903, filho de um alto funcionário da marinha inglesa, estacionado na Índia, este bretão de origem hindu leu as primeiras letras na aristocrática Academia de Eton. Desde lá, dá demonstrações de seu pensamento originalíssimo, se desencantando com a sociedade de que faz parte, repudiando todo intelectualismo e seu artificialismo.

Aos 19 anos, entra na Polícia Imperial Britânica, voltando à terra-máter de seus ancestrais. Os cinco anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses. Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses.

Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George Orwell. Primeiro em Paris, como operário, "linhão" de fábrica, e depois em Londres, como professor primário, sente, pela primeira vez na carne, o gosto amargo da opressão, da desigualdade.


Nesse contexto inicia sua produção literária. Um dos primeiros escritos é "O caminho para Wigan Pier" (1937), onde descreve as condições de extrema miséria dos trabalhadores do norte da Inglaterra, em meio aos quais viveu por algum tempo. Antes, já havia produzido "Vencido em Paris e Londres", onde ataca ferozmente o posicionamento dos escritores de sua época, revolucionários, em tese, burgueses, na prática. Já reconhecido seu talento, assume posturas cada vez mais radicais em favor das classes sociais baixas. Ao deflagrar-se a Guerra Civil Espanhola em 1936, sentiu que era ali o palco onde a história aconteceria. Justificou sua participação em breves palavras: "naquela época, e naquela atmosfera, isso pareceu a única coisa que podia fazer".

Em 1937 já estava na Catalunha, lutando junto com o P.O.U.M. (Partido Obrero de Unificación Marxista), ao lado dos anarquistas socialistas e não nas Brigadas Internacionais, dos comunistas ortodoxos. Ferido em combate, regressa a Inglaterra e escreve "Homenagem à Catalunha (também traduzido como "Lutando na Espanha"), em 1938, onde escancara sua amargura e desgosto ante seu ocular testemunho.

Ao mesmo tempo, decepcionado com a rígida estrutura dos Partidos Comunistas fiéis aos ditames de Moscou, volta-se para uma espécie de socialismo independente. Assim, se a Guerra o consolidou como socialista revolucionário, também fez dele um anti-stalinista convicto. E é na "Revolução dos Bichos" (1945) que retrata com grande habilidade o totalitarismo e o aburguesamento do regime soviético, que, segundo ele, traiu a revolução de 1917. Na realidade, não é o socialismo em si, mas o totalitarismo (e todos os totalitarismos) que seus ataques pretendem atingir. Isso é mais evidente anda em "1984" (1949) que constitui uma condenação global de um universo maniqueísta, feito de mentiras, traições e terror.


Escritor de uma sinceridade incontestável, George Orwell testemunhou e viveu pessoalmente tudo que retratou em sua obra. Seus melhores momentos baseiam-se na própria experiência. Além de viver como peão, ensinou em diversas escolas e chegou a criar galinhas e plantar legumes, enquanto escrevia nas horas de folga. Morreu em 1950, aos 47 anos. Crítico violento do totalitarismo de todos os tipos, da exploração das massas trabalhadoras, do imperialismo e do colonialismo, pretendeu manter sobretudo um espírito independente e profundamente ligado à realidade vivida, no que foi coerente até a morte.


Obras de George Orwell


Livros de George Orwell - Romances:

• Dias na Birmânia - Burmese Days (1934)

• A Filha do Reverendo - A Clergyman's Daughter (1935)

• Mantenha o Sistema (O Vil Metal) - Keep the Aspidistra Flying (1936)

• Um Pouco de Ar, Por Favor! (Na sombra de 1984) - Coming up for Air (1939)

• A Revolução dos Bichos (O Triunfo dos Porcos) - Animal Farm (1945)

• 1984 (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro) - Nineteen Eighty-Four (1949)



Livros de George Orwell - Não-Ficção:


• Na Pior em Paris e Londres (Na Penúria em Paris e Londres) - Down and Out in Paris and London (1933)
• A caminho de Wigan - The Road to Wigan Pier (1937)
• Lutando na Espanha (Homenagem à Catalunha) - Homage to Catalonia (1938)


Ensaios de George Orwell

• 1937 - Down the Mine
• 1937 - North and South
• 1940 - Inside the Whale
• 1940 - Boys' weeklies
• 1941 -The Lion and the Unicorn: Socialism and the English Genius
• 1943 - Looking back on the Spanish War
• 1944 - The English People
• 1945 - Politics and the English Language
• 1945 - Notes on Nationalism
• 1946 - The Prevention of Literature
• 1946 - Why I Write
• 1947 - Lear, Tolstoy and the Fool
• 1947 - Such, Such Were The Joys



Venha até a Biblioteca conferir as obras de George Orwell que temos disponíveis!!!

028 / O63r
ORWELL, George. A revolução dos bichos. [s.l.]: CEDIC, [s.d.]. 64 p.
1 Ex.

810 / O63r
ORWELL, George. A revolução dos bichos. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003. (Clássicos contemporâneos).
1 Ex.

810 / O63r
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Abril, 1982. 137 p. (Grandes sucessos).
1 Ex.

810 / O63r / 24 ed.
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. 24 ed. Rio de Janeiro: Globo, 1987. 98 p. (Aventura de ler).
1 Ex.

810 / O63m / 8 ed.
ORWELL, George. 1984. 8 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1975. 277 p.

Dica de Leitura

Nossa dica de leitura desse mês traz dois livros da premiada escritora canadense Deborah Ellis que tratam da história de uma garota afegã que precisa ajudar sua família. Os livros foram escritos a partir de relatos colhidos pela escritora em campos de refugiados no Afeganistão, o resultado é uma emocionante história que retrata adura realidade do povo afegão durante o regime talibã.




A Outra Face - História de Uma Garota Afegã

Parvana, uma garota afegã, tem seu pai preso pelas forças do Regime Talibã. A mãe entra em depressão com a prisão do pai, e Parvana e sua irmã Nooria passam a cuidar dos irmãos mais novos e da própria mãe. Parvana precisa ajudar a família, mas não pode trabalhar e nem sair de casa por causa do regime do Talibã, que tira os direitos das mulheres, entre eles o direito de andarem sozinhas pelas ruas sem a companhia de um homem.


Para ajudar sua família, a garota se veste de homem. Para isso, ela corta o cabelo e começa a usar as roupas de Hossein, o irmão mais velho que morreu por uma mina. Adotando o nome de Cassin, ela consegue um trabalho como leitora e escritora de cartas no mercado, onde acaba encontrando uma amiga que também trabalha como um menino.


A Viagem de Parvana – Histórias de uma garota afegã

O livro é a continuação do livro “A Outra Face”, da autora Deborah Ellis e a história mostra a emocionante viagem de uma garota afegã pelo Afeganistão em busca de seus pais. Sozinha e desesperada, ela percorre o país para reencontrar a sua família e em sua jornada ela acaba encontrando várias pessoas no caminho e algumas até passam a viajar com ela.


Esses dois livros são baseados em fatos reais e mostram a dura realidade do povo

afegão durante o regime talibã.

Os 12 livros mais retirados do mês de MAIO



1 - Querido diário otário (Coleção): BENTON, Jim. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.

2- Diário de um banana (Coleção). KINNEY, Jeff. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p.

3- Nossa rua tem um problema. AZEVEDO, Ricardo. São Paulo: Atica, 2008.

4- Diários do Vampiro (Coleção). SMITH, L. J. Rio de Janeiro: Galera Record, 2011.

5- Percy Jackson (Coleção). RIORDAN, Rick. Rio de Janeiro: Intrínseca , 2009.

6- A Viagem de Parvana. ELLIS, Deborah. São Paulo: Ática, 2006. 142 p.

7- A vida dos dinossauros. RODRIGUES, Rosicler Martins. São Paulo: Moderna, 2002.

8 - O príncipe e o mendigo. TWAIN, Mark. São Paulo: Editora Brasileira,. 25 p.

9 - Terra Maravilhosa. BUTTEWORTH, Nick; INKPEN, Mick. São Paulo: Callis, 1993.

10- Brasil. BRENMAN, Ilan; VILELA, Fernando. São Paulo: Moderna, 2008. (Contador de histórias de bolso).

11- Judy Moody quer fama. MCDONALD, Megan. São Paulo: Salamandra, 2004.

12- Era uma vez uma bruxa. ZATZ, Lia. São Paulo: Moderna, 2002. 47 p.


No mês de Maio, nossa biblioteca realizou cerca de 1210 empréstimos!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

11ª Feira do Livro de Ribeirão Preto



A 11ª edição da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto terá início em 26 de Maio de 2011 e término em 5 de Junho e contará com uma programação cultural com mais de 600 atrações e eventos em todas as áreas artísticas e para todas as idades. Alguns deles:

Serão mais de 25 shows e a abertura de cada evento será feita por artistas locais;
Salão de Idéias com grandes nomes da literatura nacional e convidados estrangeiros vão conversar, debater com o público e participar de sessões de autógrafos;
Exposições de artes visuais e outras atividades culturais ligadas aos homenageados da Feira que são a Grécia, o Estado de Santa Catarina, o escritor José Saramago, o patrono Maurílio Biagi Filho, a autora infanto-junvenil Luciana Savaget e o autor da terra homenageado Saulo Gomes;
Palavra Cantada com apresentações diárias das obras de compositores da música popular brasileira com as letras analisadas e comentadas por especialistas;
Serestas e saraus literários;
Sessões de autógrafos com aproximadamente 100 autores nacionais, regionais e locais; Sessões de contadores de estórias voltadas às crianças da rede municipal da cidade e da região com horário marcado. Este evento é muito importante porque as cidades da região trazem os alunos para assistirem às apresentações;
O Cinema na Feira é montado em um espaço na praça onde são apresentados os documentários, curtas locais e grandes filmes do cinema mundial e os nacionais baseados em livros que podem ser encontrados na Feira;
Concertos da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e apresentações de corais da cidade;
Oficinas de literatura, cursos, workshops e palestras para professores;
Dança de leitura dramática, cultura negra e cordel e a Vila do Livro é um estande só para crianças, que mostra de maneira lúdica a elaboração do livro.

Para maiores informações, entrem no site da Feira: http://www.feiradolivroribeirao.com.br