terça-feira, 19 de julho de 2011

Dia 19 de Julho, dia da Caridade




Ajudar ao próximo a progredir

O ato de ajudar as outras pessoas para ajudar ao próximo no progresso da humanidade. Essa é uma forma de caridade, que tem como dia central o 19 de julho.

De acordo com a Igreja, o conceito de caridade se tornou mais claro com o cristianismo, por meio do mandamento que diz: “amai-vos uns aos outros”.

Ou seja, esse é o princípio da caridade, amar e ajudar ao próximo.

No Brasil, o dia 19 de julho tornou-se oficialmente o Dia da Caridade por meio da Lei nº 5.063, de 1966, decreto do então presidente Humberto Castelo Branco. Ironicamente, em plena ditadura militar.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fique Ligado: campanha de vacinação!!



A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite deste ano, que acontece no período de 18 de junho a 1º de julho, realizará paralelamente também a aplicação da vacina contra o sarampo para crianças de 1 a 7 anos. A decisão de aplicar a vacina foi tomada levando-se em conta o ressurgimento de casos na Europa e América Latina, inclusive no Brasil, com dez casos notificados.

Com base nos dados do Estado, a Secretaria Municipal da Saúde espera vacinar em torno de 44 mil crianças contra o sarampo. Já contra a pólio, a expectativa é de que 37 mil crianças de zero a cinco anos sejam vacinadas no município.

O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stenio José Correia Miranda, afirma que há uma grande preocupação de que crianças que não precisem tomar a vacina contra a pólio não recebam a dose contra o sarampo. “Nossa maior preocupação é com as crianças de 5 a 7 anos, que não precisam da vacina contra a pólio. Tememos que elas não sejam levadas aos postos de vacinação durante a campanha, e que depois entrem de férias e fiquem sem receber a vacina contra o sarampo. Pedimos a atenção dos pais”, afirmou ele.

http://www.saude.sp.gov.br/folder/ses_geral.mmp?home=402881b40e9f7c76010ea499333c0037


terça-feira, 7 de junho de 2011

Autor do Mês de Junho

Eric Arthur Blair ou George Orwell?


Nascido Eric Arthur Blair, em 1903, filho de um alto funcionário da marinha inglesa, estacionado na Índia, este bretão de origem hindu leu as primeiras letras na aristocrática Academia de Eton. Desde lá, dá demonstrações de seu pensamento originalíssimo, se desencantando com a sociedade de que faz parte, repudiando todo intelectualismo e seu artificialismo.

Aos 19 anos, entra na Polícia Imperial Britânica, voltando à terra-máter de seus ancestrais. Os cinco anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses. Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses.

Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George Orwell. Primeiro em Paris, como operário, "linhão" de fábrica, e depois em Londres, como professor primário, sente, pela primeira vez na carne, o gosto amargo da opressão, da desigualdade.


Nesse contexto inicia sua produção literária. Um dos primeiros escritos é "O caminho para Wigan Pier" (1937), onde descreve as condições de extrema miséria dos trabalhadores do norte da Inglaterra, em meio aos quais viveu por algum tempo. Antes, já havia produzido "Vencido em Paris e Londres", onde ataca ferozmente o posicionamento dos escritores de sua época, revolucionários, em tese, burgueses, na prática. Já reconhecido seu talento, assume posturas cada vez mais radicais em favor das classes sociais baixas. Ao deflagrar-se a Guerra Civil Espanhola em 1936, sentiu que era ali o palco onde a história aconteceria. Justificou sua participação em breves palavras: "naquela época, e naquela atmosfera, isso pareceu a única coisa que podia fazer".

Em 1937 já estava na Catalunha, lutando junto com o P.O.U.M. (Partido Obrero de Unificación Marxista), ao lado dos anarquistas socialistas e não nas Brigadas Internacionais, dos comunistas ortodoxos. Ferido em combate, regressa a Inglaterra e escreve "Homenagem à Catalunha (também traduzido como "Lutando na Espanha"), em 1938, onde escancara sua amargura e desgosto ante seu ocular testemunho.

Ao mesmo tempo, decepcionado com a rígida estrutura dos Partidos Comunistas fiéis aos ditames de Moscou, volta-se para uma espécie de socialismo independente. Assim, se a Guerra o consolidou como socialista revolucionário, também fez dele um anti-stalinista convicto. E é na "Revolução dos Bichos" (1945) que retrata com grande habilidade o totalitarismo e o aburguesamento do regime soviético, que, segundo ele, traiu a revolução de 1917. Na realidade, não é o socialismo em si, mas o totalitarismo (e todos os totalitarismos) que seus ataques pretendem atingir. Isso é mais evidente anda em "1984" (1949) que constitui uma condenação global de um universo maniqueísta, feito de mentiras, traições e terror.


Escritor de uma sinceridade incontestável, George Orwell testemunhou e viveu pessoalmente tudo que retratou em sua obra. Seus melhores momentos baseiam-se na própria experiência. Além de viver como peão, ensinou em diversas escolas e chegou a criar galinhas e plantar legumes, enquanto escrevia nas horas de folga. Morreu em 1950, aos 47 anos. Crítico violento do totalitarismo de todos os tipos, da exploração das massas trabalhadoras, do imperialismo e do colonialismo, pretendeu manter sobretudo um espírito independente e profundamente ligado à realidade vivida, no que foi coerente até a morte.


Obras de George Orwell


Livros de George Orwell - Romances:

• Dias na Birmânia - Burmese Days (1934)

• A Filha do Reverendo - A Clergyman's Daughter (1935)

• Mantenha o Sistema (O Vil Metal) - Keep the Aspidistra Flying (1936)

• Um Pouco de Ar, Por Favor! (Na sombra de 1984) - Coming up for Air (1939)

• A Revolução dos Bichos (O Triunfo dos Porcos) - Animal Farm (1945)

• 1984 (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro) - Nineteen Eighty-Four (1949)



Livros de George Orwell - Não-Ficção:


• Na Pior em Paris e Londres (Na Penúria em Paris e Londres) - Down and Out in Paris and London (1933)
• A caminho de Wigan - The Road to Wigan Pier (1937)
• Lutando na Espanha (Homenagem à Catalunha) - Homage to Catalonia (1938)


Ensaios de George Orwell

• 1937 - Down the Mine
• 1937 - North and South
• 1940 - Inside the Whale
• 1940 - Boys' weeklies
• 1941 -The Lion and the Unicorn: Socialism and the English Genius
• 1943 - Looking back on the Spanish War
• 1944 - The English People
• 1945 - Politics and the English Language
• 1945 - Notes on Nationalism
• 1946 - The Prevention of Literature
• 1946 - Why I Write
• 1947 - Lear, Tolstoy and the Fool
• 1947 - Such, Such Were The Joys



Venha até a Biblioteca conferir as obras de George Orwell que temos disponíveis!!!

028 / O63r
ORWELL, George. A revolução dos bichos. [s.l.]: CEDIC, [s.d.]. 64 p.
1 Ex.

810 / O63r
ORWELL, George. A revolução dos bichos. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003. (Clássicos contemporâneos).
1 Ex.

810 / O63r
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Abril, 1982. 137 p. (Grandes sucessos).
1 Ex.

810 / O63r / 24 ed.
ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. 24 ed. Rio de Janeiro: Globo, 1987. 98 p. (Aventura de ler).
1 Ex.

810 / O63m / 8 ed.
ORWELL, George. 1984. 8 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1975. 277 p.

Dica de Leitura

Nossa dica de leitura desse mês traz dois livros da premiada escritora canadense Deborah Ellis que tratam da história de uma garota afegã que precisa ajudar sua família. Os livros foram escritos a partir de relatos colhidos pela escritora em campos de refugiados no Afeganistão, o resultado é uma emocionante história que retrata adura realidade do povo afegão durante o regime talibã.




A Outra Face - História de Uma Garota Afegã

Parvana, uma garota afegã, tem seu pai preso pelas forças do Regime Talibã. A mãe entra em depressão com a prisão do pai, e Parvana e sua irmã Nooria passam a cuidar dos irmãos mais novos e da própria mãe. Parvana precisa ajudar a família, mas não pode trabalhar e nem sair de casa por causa do regime do Talibã, que tira os direitos das mulheres, entre eles o direito de andarem sozinhas pelas ruas sem a companhia de um homem.


Para ajudar sua família, a garota se veste de homem. Para isso, ela corta o cabelo e começa a usar as roupas de Hossein, o irmão mais velho que morreu por uma mina. Adotando o nome de Cassin, ela consegue um trabalho como leitora e escritora de cartas no mercado, onde acaba encontrando uma amiga que também trabalha como um menino.


A Viagem de Parvana – Histórias de uma garota afegã

O livro é a continuação do livro “A Outra Face”, da autora Deborah Ellis e a história mostra a emocionante viagem de uma garota afegã pelo Afeganistão em busca de seus pais. Sozinha e desesperada, ela percorre o país para reencontrar a sua família e em sua jornada ela acaba encontrando várias pessoas no caminho e algumas até passam a viajar com ela.


Esses dois livros são baseados em fatos reais e mostram a dura realidade do povo

afegão durante o regime talibã.

Os 12 livros mais retirados do mês de MAIO



1 - Querido diário otário (Coleção): BENTON, Jim. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.

2- Diário de um banana (Coleção). KINNEY, Jeff. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p.

3- Nossa rua tem um problema. AZEVEDO, Ricardo. São Paulo: Atica, 2008.

4- Diários do Vampiro (Coleção). SMITH, L. J. Rio de Janeiro: Galera Record, 2011.

5- Percy Jackson (Coleção). RIORDAN, Rick. Rio de Janeiro: Intrínseca , 2009.

6- A Viagem de Parvana. ELLIS, Deborah. São Paulo: Ática, 2006. 142 p.

7- A vida dos dinossauros. RODRIGUES, Rosicler Martins. São Paulo: Moderna, 2002.

8 - O príncipe e o mendigo. TWAIN, Mark. São Paulo: Editora Brasileira,. 25 p.

9 - Terra Maravilhosa. BUTTEWORTH, Nick; INKPEN, Mick. São Paulo: Callis, 1993.

10- Brasil. BRENMAN, Ilan; VILELA, Fernando. São Paulo: Moderna, 2008. (Contador de histórias de bolso).

11- Judy Moody quer fama. MCDONALD, Megan. São Paulo: Salamandra, 2004.

12- Era uma vez uma bruxa. ZATZ, Lia. São Paulo: Moderna, 2002. 47 p.


No mês de Maio, nossa biblioteca realizou cerca de 1210 empréstimos!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

11ª Feira do Livro de Ribeirão Preto



A 11ª edição da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto terá início em 26 de Maio de 2011 e término em 5 de Junho e contará com uma programação cultural com mais de 600 atrações e eventos em todas as áreas artísticas e para todas as idades. Alguns deles:

Serão mais de 25 shows e a abertura de cada evento será feita por artistas locais;
Salão de Idéias com grandes nomes da literatura nacional e convidados estrangeiros vão conversar, debater com o público e participar de sessões de autógrafos;
Exposições de artes visuais e outras atividades culturais ligadas aos homenageados da Feira que são a Grécia, o Estado de Santa Catarina, o escritor José Saramago, o patrono Maurílio Biagi Filho, a autora infanto-junvenil Luciana Savaget e o autor da terra homenageado Saulo Gomes;
Palavra Cantada com apresentações diárias das obras de compositores da música popular brasileira com as letras analisadas e comentadas por especialistas;
Serestas e saraus literários;
Sessões de autógrafos com aproximadamente 100 autores nacionais, regionais e locais; Sessões de contadores de estórias voltadas às crianças da rede municipal da cidade e da região com horário marcado. Este evento é muito importante porque as cidades da região trazem os alunos para assistirem às apresentações;
O Cinema na Feira é montado em um espaço na praça onde são apresentados os documentários, curtas locais e grandes filmes do cinema mundial e os nacionais baseados em livros que podem ser encontrados na Feira;
Concertos da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e apresentações de corais da cidade;
Oficinas de literatura, cursos, workshops e palestras para professores;
Dança de leitura dramática, cultura negra e cordel e a Vila do Livro é um estande só para crianças, que mostra de maneira lúdica a elaboração do livro.

Para maiores informações, entrem no site da Feira: http://www.feiradolivroribeirao.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conheça a Biblioteca!



Você pode entrar em contato com vários livros e assim conhecer um mundo de informações diversas!

Imaginação, romance,aventura, ciência, terror e muito mais!



Tem sempre um cantinho especial para quem quer viajar neste mundo!
São mais de 7.000 livros organizados de acordo com a temática de cada um

Nossa biblioteca está aberta das 8 as 18hs e convidamos a todos os alunos, funcionários e professores para conhecer nosso acervo e para quem já conhece, tem sempre uma novidade especial!


E para você que não é nosso aluno, conheça a Biblioteca da sua escola, caso ela ainda não possua este espaço especial,conheça as bibliotecas públicas de sua cidade!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tem dia para Museu?



18 DE MAIO

Você consegue imaginar o mundo sem museus? De imediato, assim, pode até conseguir, mas pense bem e veja se não seria estranho. Não teríamos contato com objetos ou mesmo com fósseis de seres da Terra que tiveram seu tempo de uso e vida em outra época que não a nossa.

Quando entramos em um museu, não estamos, ao contrário do que muitos pensam ou dizem, entrando em um espaço de coisa velha e mofo. Estamos, isto sim, adentrando em uma verdadeira máquina do tempo, a nos proporcionar uma viagem pelos séculos de um mundo e de uma humanidade, que sequer sonhávamos existir, porque sequer existíamos.
Se não fossem os museus, jamais teríamos a oportunidade de ver, por exemplo, o compasso geométrico de Galileu Galilei, conservado, nos dias atuais, no Castello Sforzesco, em Milão.

MUSEUS NATURAIS
Engana-se quem pensa que um museu precisa ser obrigatoriamente um lugar com porta de entrada e objetos ou quadros expostos sob determinada luz e ambiente. Após a criação pela UNESCO, em 1972, da Convenção do Patrimônio Mundial, isto perde um pouco o sentido ou, pelo menos, um sentido que deveria ser revisto.

Com a Convenção, pretende-se incentivar a preservação de bens culturais e naturais, avaliados como marcos estéticos da humanidade. Valorizam-se cidades ou locais que, além de serem referência histórica e de identidade das nações nas quais se situam, podem ser concebidos como um patrimônio mundial.

A preservação desses lugares fica a cargo do seu país de origem, que recebe o apoio da UNESCO nas atividades de proteção, pesquisa e divulgação.

No Brasil, são dezessete os locais considerados como patrimônio de todos os povos: Ouro Preto (Minas Gerais); Olinda (Pernambuco); São Miguel das Missões (Rio Grande do Sul); Salvador (Bahia); Congonhas do Campo (Minas Gerais); Parque Nacional de Iguaçu (Paraná); Brasília (Distrito Federal); Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí); Centro Histórico de São Luís (Maranhão), Diamantina (Minas Gerais), Pantanal Matogrossense (Mato Grosso do Sul), Parque Nacional do Jaú (Amazonas), Costa do descobrimento (sul da Bahia e norte do Espírito Santo), Mata Atlântica do Sudeste (da Serra da Juréia, em São Paulo, até a Ilha do Mel, no Paraná), Parque Nacional das Emas e Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás), Centro de Goiás (Goiás) e Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (Pernambuco e Rio Grande do Norte).

ÚNICOS

Os museus são uma contribuição única no mundo. Através dos anos, preservam os objetos que foram utilizados, inventados ou descobertos pelo homem ao longo de sua existência histórica.

No caso das cidades ou locais preservados como patrimônio histórico e cultural, a própria arquitetura utilizada nas construções de moradias adquire, com o peso do tempo, uma dimensão de arte a ser preservada. E também cultuada.
Pensem ainda nos seres que jamais poderíamos cogitar, não fosse o trabalho de exposição, em museus de história natural, dos esqueletos de animais pré-históricos. Sem dúvida uma fascinante viagem no tempo é o que os museus, em geral, costumam nos proporcionar.

Isto porque tudo o que pode ser visto nos museus representa, na verdade, as riquezas naturais e culturais do mundo.

O PROFISSIONAL DE UM MUSEU

As pessoas que trabalham em museu são, acima de tudo, profissionais que buscam alta qualidade. Todo museu, seja especializado em arte, história ou tecnologia, tem como objetivo principal a primazia cultural.

Nessa área, o desempenho do profissional qualificado é fundamental: atenção a detalhes; capacidade de análise, concentração, observação e organização; criatividade, curiosidade, gosto pela pesquisa e pelos estudos; habilidade manual, interesse em adquirir conhecimentos em outros setores, sensibilidade artística, senso crítico e estético são essenciais para se exercer um bom trabalho.

Não esquecendo que o principal compromisso de um museu é servir ao público e que um bom profissional não deverá jamais perder esse compromisso de vista.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


DIA 18 DE MAIO
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


HISTÓRIA DOS MUSEUS

A palavra “MUSEU” de origem grega, significa “templo das musas”., e já era usado em Alexandria para designar o local destinado ao estudo das artes e das ciências.
Hoje, o International Concil of Museums a instituição que conserva coleções de objetos de arte ou ciências, para fins de preservação ou apresentação pública.

Os museus modernos foram criados no século XVII a partir de doações de coleções particulares como a de Grimani a Veneza. Mas, o primeiro museu como conhecemos hoje surgiu a partir da doação da coleção de John Tradescant, feita por Elias Ashmole, à Universidade de Oxford, conhecido como Ashmolean Museum. O segundo museu público foi criado em 1759, por obra do parlamento inglês, na aquisição da coleção de Hans Sloane (1660-1753), que deu origem ao Museu Britânico.
O primeiro museu público só foi criado, na França, pelo Governo Revolucionário, em 1793: o Museu do Louvre, com coleções acessíveis a todos, com finalidade recreativa e cultural.
O Séc. XIX surgem muitos dos mais importantes museus em todo o mundo, a partir de coleções particulares que se tornam públicas: Museu do Prado (Espanha), Museu Mauritshuis (Holanda).
Somente em 1870, nos Estados Unidos, é fundado o Museu Metropolitano de Arte, em Nova York.
No Brasil, o primeiro museu data de 1862, o Museu do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (Pernambuco). Os outros museus brasileiros foram todos fundados durante o século XX, sendo o mais importante, pela qualidade do acervo, o MASP - Museu de Arte de São Paulo, fundado em 1947.

Referências

Besset, Maurice. "Obras, espacios, miradas. El museo en la historia del arte contemporáneo", in A&V-Monografías de Arquitectura y Vivienda, Madrid, 1993
BOURDIEU, Pierre e DARBEL, Alain. L’amour de l’art: les musées et leur public. Paris, Minuit, 1966
DELOCHE, Bernard. Museologica. Contradictions et logique du musée. Pref. André Desvallées. Éditions W, Mâcon,1989
Enciclopædia Britannica do Brasil
SHERMAN, Daniel J., ROGOFF, Irith (ed.) et alii. Museum Culture. Histories. Discourses. Spectacles. Routledge, London, 1994

Fonte: www.museus.art.br

quarta-feira, 11 de maio de 2011

SUGESTÕES DE LEITURA



No mês de Abril foram adquiridas 4 novas coleções na Biblioteca Mari Inez da Costa.


Coleção Diários do Vampiro




Damon e Stefan Salvatore são irmãos e inimigos mortais. Dois jovens assombrados por um passado trágico e que vivem nas sombras desde a Renascença italiana estão condenados a uma vida solitária: são vampiros.
Ao transformar os irmãos em vampiro, a bela Katherine não imaginou que se apaixonaria e os separaria para sempre. A briga pelo coração de Katherine não teve um final feliz... culminou na morte da bela jovem e num pacto de vingança entre os Salvatore.

Séculos mais tarde, reféns do destino, os irmãos percorrem o mesmo caminho que um dia os conduziu à uma vida amaldiçoada e eterna. Fell´s Church, Virgínia, é o cenário do novo triângulo amoroso que coloca novamente frente a frente os irmãos Salvatore!
Elena Gilbert, adolescente bela, popular e que conquista o que quiser não demora a perceber que, se existe algo mais arriscado do que estar apaixonada por um vampiro, é ser desejada por dois deles. Stefan, soturno e misterioso, terá de lutar para proteger Elena dos horrores que assombram seu passado. Damon, sexy, perigoso e guiado por um ódio cego, quer se vingar de Stefan, o irmão que o traiu.



Coleção Percy Jackson



Percy Jackson e os Olimpianos é uma série de livros juvenis de aventura escritos por Rick Riordan, baseados na mitologia grega. A série começa com um garoto de 12 anos, Perseu "Percy" Jackson, que descobre ser filho de Poseidon, o deus do mar. Com o tempo, aprende que os deuses do Olimpo ainda existem, assim como outras figuras mitológicas gregas, como os Titãs e o Minotauro. Mais tarde apodera-se da espada Anaklusmos, um presente de seu pai, porém é entregado por um centauro: seu professor de latim e mentor, Quíron. Tudo corre bem até Percy ser acusado de roubar o simbolo de poder de Zeus.

Então tenta se provar inocente com a ajuda de seu amigo Grover Underwood (um sátiro) e de Annabeth Chase (filha de Atena) para confrontar Hades, um dos acusados de ter roubado o raio-mestre.

Os livros disponíveis são:

- A Maldição do Titã.



Coleção Completa: As Brumas de Avalon


A Coleção reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas.
Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon.

Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur.

Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada.
Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana.
Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas como Grã-Bretanha.



Coleção Completa: O Mochileiro das Galáxias


O Guia do Mochileiro das Galáxias

A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.

O Restaurante do Fim do Universo

A continuação das incríveis aventuras de Arthur Dent e seus quatro amigos através da Galáxia começa a bordo da nave Coração de Ouro, rumo ao restaurante mais próximo. Mal sabem eles que farão uma viagem no tempo, cujo desfecho será simplesmente incrível.


A Vida, o Universo e Tudo Mais

Após as incríveis aventuras vividas por Arthur Dent e seus estranhos amigos em “O Guia do Mochileiro das Galáxias” e “O Restaurante no Fim do Universo”, nosso protagonista ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica. Mesmo depois de tanto tempo, ele ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina.


Até Mais e Obrigado pelos Peixes!

Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer as mais extraordinárias criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta. Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso com o fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação.


Praticamente Inofensiva

Usando e abusando da mesma imaginação ilimitada que demonstra nos livros anteriores, Adams apresenta em seu “ultimo livro da saga” uma Mistureba Generalizada de Todas as Coisas que fizeram da coleção um grande sucesso ao redor da Borda Ocidental desta Galáxia.





VENHA CONFERIR!!!






quarta-feira, 20 de abril de 2011

O SIGNIFICADO DA PÁSCOA...




A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.


Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.


No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.


Como surgiu o chocolate??

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.


Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.


Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.


Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.


Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumi-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.



E o coelho?



A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.


Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?


No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.


Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!










segunda-feira, 18 de abril de 2011

Escritor do Mês!!


MONTEIRO LOBATO



"Um país se faz com homens e livros." (Monteiro Lobato)






Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, dia 18 de Abril de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô. Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor.


Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis.


Este notável escritor é bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no Brasil.


Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e idéias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos.


Escreveu ainda outras incríveis obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Reinações de Narizinho, As Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, O Pica-Pau Amarelo e A Chave do Tamanho. Fora os livros infantis, este escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e o Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras.


No ano de 1948, o Brasil perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento de nossa literatura.




Disponível em: http://www.suapesquisa.com/biografias/monteirolobato/

quinta-feira, 31 de março de 2011

O DIA DA MENTIRA!





Segundo consta, tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro como o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data.


Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram a fazer tal comemoração, na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, então passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.


Aproximadamente duzentos anos mais tarde, essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, conseqüentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril.


No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, que começou a circular em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia, o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido. Segundo informações o periódico saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto- juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em “O Ilusionista”, Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.





quinta-feira, 3 de março de 2011

Livros mais lidos de FEVEREIRO!

Os 14 livros mais lidos do mês de FEVEREIRO.








1 - Querido diário otário (Coleção). BENTON, Jim. São Paulo: Fundamento Educacional, 2009.

2- Harry Potter e as relíquias da morte. ROWLING, Johanne Kathleen. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.


3- Diário de um banana (Coleção). KINNEY, Jeff. Cotia: Vergana & Ribas, 2008. 217 p.


4- No tempo em que a televisão mandava no Carlinhos. ROCHA, Ruth. São Paulo: FTD, 2000.


5- O rapto de Helena. GALDINO, Luiz. São Paulo: FTD, 2001.

6- Três amores. KUPSTAS, Márcia (Coord.). São Paulo: Atual, 2006.

7- Lulu Toupeira, rapidíssimo. HEITZ, Bruno. São Paulo: Moderna, 2008.

8- Hans Staden: Viagens e aventuras no Brasil. AGUIAR, Luiz Antônio. São Paulo: Melhoramentos, 2005.

9- A droga do amor. BANDEIRA, Pedro. São Paulo: Moderna, 2003.

10- Dom Quixote. CERVANTES, Miguel de. São Paulo: Ática, 2009.

11- A vida dos dinossauros. RODRIGUES, Rosicler Martins. São Paulo: Moderna, 2002.

12- A mochila. LEMOS, Roberto Jenkins de. São Paulo: Saraiva, 2003.

13- Judy Moody quer fama. MCDONALD, Megan. São Paulo: Salamandra, 2004.

14- Histórias para a sala de aula. CARRASCO, Walcyr. São Paulo: Moderna, 2009.



No mês de Fevereiro foram realizados 943 empréstimos na Biblioteca Mari Inez da Costa.